A Portuguesa é o himno nacional de Portugal. Naceu como unha canción de cariz patriótico en resposta ao ultimato británico para que as tropas portuguesas abandonasen as súas posicións en África en 1890. A letra é de Henrique Lopes de Mendonça e a música de Alfredo Keil. A Portuguesa foi designada como un dos símbolos nacionais de Portugal na Constitución de 1976. Regra xeral apenas a primeira parte do himno é transmitida polo ensino oficial. Na súa maioría, os portugueses descoñecen por tanto a existencia das segunda e terceira partes da letra do himno.
A portuguesa Data: 1890 (con alteracións de 1957) Letra: Henrique Lopes de Mendonça Música: Alfredo Keil
I Heróis do mar, nobre povo, Nação valente e imortal Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória, Ó Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!
II Desfralda a invicta Bandeira, À luz viva do teu céu! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu
Beija o solo teu, jucundo, O oceano, a rugir de amor, E o teu Braço vencedor Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!
III Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!
Data: 1890 (orixinal) Letra: Henrique Lopes de Mendonça Música: Alfredo Keil
I Herois do mar, nobre povo, Nação valente e immortal Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria, Oh patria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela patria lutar! Contra os Bretões marchar, marchar!
II Desfralda a invicta bandeira, À luz viva do teu céo! Brade a Europa á terra inteira: Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo O Oceano, a rugir de amor; E o teu braço vencedor Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela patria lutar! Contra os Bretões marchar!
III Saudai o sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela patria lutar! Contra os Bretões marchar!
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