Jaime Ferreri de Gusmão (14 de agosto de 1946) é um escritor, poeta, romancista, contista, dramaturgo e encenador português, natural da freguesia de Bravães, no concelho de Ponte da Barca. É autor de obras nos géneros de poesia, crónica, romance, conto e teatro, e tem-se destacado pela sua atividade cultural na região do Alto Minho.

Atividade literária É autor de mais de uma dezena de títulos publicados. Algumas das suas obras mais conhecidas incluem:

O Cabrito Montês (1986) Fizeram de Mim Soldado (1992) Os Homens Também Hibernam (1995) Crónicas (des)alinhadas (2005) Pecúlio (2005) A Minha Filha Inês (2017) O Suco das Palavras (2018) Brincar de Miúdos e Teatro para Graúdos (2019) A Saga do Alferes Vicente (2020) Os Mares e os Céus de Magalhães (2022)

As suas obras são frequentemente publicadas pela editora Aquileio, sediada em Ponte da Barca.

Teatro e encenação Ferreri tem tido uma atividade relevante como encenador em produções locais. Em 2011, dirigiu a peça A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, apresentada na igreja paroquial de Bravães.

Divulgação e receção A obra Os Mares e os Céus de Magalhães foi divulgada em diversas localidades do Norte de Portugal, como Valença e Ponte de Lima. O autor defende, nesse trabalho, a hipótese de que o navegador Fernão de Magalhães teria origem barquense.

Em abril de 2023, Ferreri foi entrevistado no programa da RTP Faces – Iniciativas Culturais com Rosto, onde falou sobre a sua ligação a Bravães e à cultura minhota. Legado e genealogia Segundo fontes genealógicas, Jaime Ferreri é descendente de famílias nobres do norte de Portugal e representante atual do título de Barão de São Martinho de Dume.

Registo institucional As obras de Jaime Ferreri estão registadas no catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal, estando acessíveis ao público para consulta e preservação patrimonial.

Referências

Categoria:Escritores de Portugal Categoria:Nascidos em 1946