Miguel Fernando Castillo Bracho (Caracas, 16 de janeiro de 1990 – Baruta, 11 de maio de 2017) foi um jornalista e comunicador social venezuelano assassinado por funcionários da Guarda Nacional Bolivariana durante os Protestos na Venezuela em 2017.

Morte Em 11 de maio de 2017, Miguel estava na avenida principal de Las Mercedes, no município de Baruta, região metropolitana de Caracas, quando agentes da Guarda Nacional Bolivariana dispararam esferas metálicas, atingindo-o no intercostal esquerdo.

Em 13 de julho, uma marcha noturna foi convocada em homenagem aos mortos durante os protestos, incluindo Castillo, marchando até os locais onde os manifestantes morreram. O inspetor dissidente do CICPC Óscar Pérez fez uma aparição surpresa na marcha, antes de sair e desaparecer.

O assassinato de Miguel Castillo foi documentado em um relatório de um painel de especialistas independentes da Organização dos Estados Americanos, considerando que poderia constituir um crime contra a humanidade cometido na Venezuela junto com outros assassinatos durante os protestos.

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