Niño Compadrito, também conhecido como Niño del Cusco é uma figura popular e considerado santo de devoção, adotado na cidade peruana de Cusco como um objeto de ocultismo, por ser associado por seus devotos à diversos milagres. Acredita-se que sua aparência é derivada de uma esqueleto humano real de uma criança de origem incerta, onde se acrescenta olhos de vidro de cor azul-claro, cabelo longo e dentes. Juntamente disso sua veneração é questionada pela igreja.

El Niño é diversas vezes relacionado à uma lenda que diz que ele adquiriu capacidade de atuar como um mal ou bem conforme seu pai perverso e sua bondosa mãe assassinada, e que posteriormente foi morto com ervas venenosas.

Origem Sua origem é incerta, e provavelmente deriva do Vice-Reino do Peru, juntamente de de relatos orais transportados de mais velhos à mais gerações mais novas dentre a provável família de Lorenzo Palacios Quispe, onde possivelmente sua história foi primeiramente relatada na década de 1950, onde o relato dizia sobre a história de uma jovem chamada Isabel Cosio, que se perdeu na região de Tambomachay, onde ao tentar encontrar o caminho de volta ela se encontrou com um menino chorando na margem de um rio e Isabel perguntou para ele se sabia como poderia voltar para casa e ele respondeu sim e tornou a guiar ela. Posteriormente, ao chegar em casa, Isabel tornou à contatar seus pais sobre o ocorrido, então como agradecimento eles iriam falar com a criança mas tudo que encontraram foi ossos e acreditando ser seu salvador, pegaram os ossos para preservá-los.

Posteriormente, acredita-se que o esqueleto de cerca de 50 centímetros foi herdado por outra família da comunidade, que se encarregou à dar roupas, uma coroa e divulgar o primeiro milagre dele. Juntamente disso, uma pequena capela foi construída em Rua Tambo de Montero, em sua homenagem.

Atualmente, sua posse foi herdada para a família Letona, os últimos herdeiros da figura. Eles celebram seu aniversário com decorações infantis e envolvem toda a comunidade. A figura se encontra em bom estado de conservação.

Legislação Em 1975, a figura popular de El Niño se tornando um culto popularizado em Cusco, foi promulgado um decreto assinado por bispo, Monsenhor e proeminente líder da Teologia da Libertação; Luis Vallejos de Cusco, que proibiu essa veneração, acredita-se também que foi uma iniciativa para reformar o catolicismo em Cusco e eliminar expressões e ocultismo derivados dele, mas existem outros motivos.

Origem dos ossos Outra motivação que agiu junto do manifestação da igreja católica contra a figura popular na região foi a origem duvidosa dos ossos do corpo dele, o que afronta os ensinamentos da igreja cristã. Mas, embora, aceito como ossos humanos, foi criado boatos que dizia que o esqueleto era de um macaco, o que gerou a reação da necessidade pública de queimar e destruir a figura.

Seus seguidores, contrariando doutrina católica, continuaram a considerá-lo um santo. E como no período, era ilegal venera-lo em seu templo e orar para ele, eles decidiram se reunir clandestinamente para evitar punições das autoridades.

Lenda Segundo a lenda mais associada ao santo de devoção, o esqueleto se vêem de uma lenda que diz que um perverso vice-rei espanhol e uma bondosa princesa inca tiveram o próprio filho assassinado com ervas venenosas como uma vingança proveniente à seu pai que cometeu diversas atrocidades. E que, desde então, as pessoas lhe pedem milagres, que lhe são concedidos, dando origem à sua veneração.

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