A estratégia da posição central () foi uma doutrina tática fundamental seguida por Napoleão Bonaparte nas Guerras Napoleônicas. A estratégia consistia em atacar dois exércitos cooperativos em seu ponto de articulação, girando para combater um deles até que fugisse, e então voltando-se para o outro. Essa estratégia permitia o uso de uma força menor para derrotar uma maior. No entanto, essas táticas, embora bem-sucedidas nas batalhas de Ligny e Quatre Bras, falharam na Batalha de Waterloo, e Napoleão foi derrotado porque não conseguiu impedir a união das forças britânicas e holandesas às forças prussianas.
Na batalha de Blenheim (1704), o Duque de Marlborough e seu aliado, o Príncipe Eugênio de Saboia, percebendo a fragilidade francesa no centro, concentraram inicialmente seus ataques nas alas. Quando o Marechal Tallard, comandante francês, enfraqueceu ainda mais sua posição central para reforçar as aldeias fortificadas nas alas, Marlborough lançou um ataque decisivo pelo centro, que garantiu a vitória.
A posição central também descreve a situação estratégica geral de Frederico, o Grande"...but he occupied a central position from which ... take his assailants in detail ..."(). durante a Guerra da Sucessão Austríaca e a Guerra dos Sete Anos, no século XVIII, Frederico, apesar de a Prússia estar cercada por inimigos, conseguiu usar sua posição central para manobrar e atacar cada inimigo separadamente, mesmo estando em grande desvantagem numérica.
Na Segunda Guerra Mundial, Erwin Rommel manteve uma posição central na Linha Mareth, entre as forças aliadas na Tunísia e na Líbia."Rommel could execute a classic example of the central position. From the Mareth Line, Rommel could strike first at the Americans and British in Tunisia, then turn back on Montgomery coming up from Libya".( )
Ver também Batalha de aniquilação
Referências
Categoria:Estratégia militar