thumb|300x300px|Vista do Parque das Nações Indígenas
O Parque das Nações Indígenas é um parque urbano na cidade de Campo Grande, Brasil. Possui área de 1 163 876,98 m² e oferece infraestrutura de lazer e esporte às margens de um lago formado pelas águas da nascente do córrego Prosa. Dispõe de quadras de esportes, pista de skate, patins e bicicleta, sanitários, pista para caminhada de quatro mil metros inteiramente asfaltada, além de cinco parquinhos infantis próximos às entradas, sendo um deles um parque infantil adaptado para crianças com deficiência.Disponível em Parquinhos do Parque das Nações Acesso em 12/05/2022 Nas entradas do parque pequenas lanchonetes servem aos visitantes água de coco, suco, água mineral, pipoca e lanches. O parque tem policiamento e é vigiado todas as horas do dia por câmeras da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.Disponível em Reforço no monitoramento do Parque das Nações Acesso em 12/05/2022
O parque dispõe de local para apresentações culturais e tem como estruturas arquitetônicas principais a Concha Acústica Helena Meirelles, o Museu das Culturas Dom Bosco, o Museu de Arte Contemporânea, e o Monumento ao Índio ou Monumento à Zarabatana, construção em homenagem às culturas indígenas localizada próxima ao centro do parque. Cerca de 70% de sua vegetação é formada por gramas e árvores ornamentais originárias do seu projeto de paisagismo. Uma grande quantidade de espécies de árvores são preservadas, como por exemplo o jenipapo, a mangueira e a aroeira. O córrego Prosa, que nasce no Parque dos Poderes, corta toda a extensão do parque até formar um lago que possui uma pequena ilha e, no lado oposto, píers de observação.Disponível em Parque das Nações Indígenas: conheça um dos maiores parques urbanos do mundo Acesso em 24/07/2018 As pistas de caminhada acompanham o entorno do lago e cruzam as águas do córrego Prosa, deixando a atividade física mais agradável, especialmente nas épocas mais secas do ano. O parque tem seis entradas diferentes. Cada uma leva o nome das nações indígenas que ocupavam ou ocupam o território de Mato Grosso do Sul, tais como a guarany, kaiowá, nhandevas, kadiwéu, terenas e ofaiés. miniaturadaimagem|300x300px|Monumento ao Cavaleiro Guaicuru miniaturadaimagem|300x300px|Museu ao Índio Em 2011 foi realizada licitação para construir um gigantesco aquário de água doce para exposição de peixes encontrados no Pantanal, incluindo um complexo turístico com restaurantes, sanitários, áreas de descanso, etc. A obra só foi encerrada em 2022, quando o Bioparque Pantanal foi aberto ao público de forma gradativa .
Horário de funcionamento e normas
O Parque das Nações Indígenas está aberto de segunda-feira à domingo, das 06h às 21h. Disponível em | Regulamento Interno do Parque das Nações Indígenas. Acesso em 31/07/2018
Não é permitido o acesso a animais domésticos, não é permitido montar barracas ou fazer fogo (ou usar churrasqueira). Bicicletas e triciclos motorizados só são permitidos com autorização. Apesar de haver a prática de canoagem e stand up padle no lago, é proibido nadar ou pescar nele. É proibido soltar pipa usando fios cortantes e também é proibido acesso ao parque portando recipientes de vidro.
Conjunto arquitetônico Fazem parte das construções do Parque das Nações Indígenas: miniaturadaimagem|300x300px|Museu de Arte Contemporânea MARCO miniaturadaimagem|300x300px|Museu das Culturas Dom Bosco miniaturadaimagem|300x300px|Concha Acústica A Concha Acústica Helena Meirelles, popularmente chamada de Concha Acústica, onde são realizadas apresentações teatrais, show musicais, palestras e minicursos Disponível em Concha Acústica Helena Meirelles. Acesso em 24/07/2018 O Museu das Culturas Dom Bosco, popularmente conhecido como Museu do Índio, possui acervo considerável em exposição além de contar com salas para as atividades práticas com escolas e grupos, auditório para 105 pessoas, biblioteca específica em artes plásticas e contar com cursos de iniciação em arte.Disponível em Museu Dom Bosco. Acesso em 24/07/2018 O Monumento do Cavaleiro GuaicuruDisponível em Monumento Cavaleiro Guaicuru Acesso em 29/07/2018 é uma escultura que fica em uma pequena ilha no lago do parque. Com sete metros de comprimento e quatro de altura, a escultura foi produzida por Anor Mendes, artista plástico sul-mato-grossense. Ela representa uma das etnias de índios guaicurus considerada equestre pois incorporaram a criação de cavalos a seu modo de vida. Os guaicurus tiveram participação significativa na Guerra do Paraguai ajudando o Exército Brasileiro e combatendo como força regular brasileira Disponível em Guaicurus, os invencíveis índios sul-americanos Acesso em 29/07/2018 O Buffet Yotedy, é uma das estruturas que compõem o Parque das Nações Indígenas. Por estar instalado em área pública o buffet pertence ao Estado, que realiza licitação e aluga o espaço para gestão por particulares. Em 2017 o valor pago como aluguel mensal era de aproximadamente R$ 34.000,00 (trinta e quatro mil reais).Disponível em Acesso em 12/05/2022 O Monumento ao Índio consiste em um obelisco em formato de zarabatana que caracteriza uma homenagem às culturas indígenas do Brasil.
Eventos
O local já foi palco para apresentação de artistas nacionais e internacionais.Disponível em Temporadas Populares reúne música, dança e teatro em MS Acesso em 20/07/2018 No início dos anos 2000 o Projeto Temporadas Populares levava ao parque dezenas de milhares de pessoas para assistirem shows de artistas clássicos do rock e da MPB nacional Disponível em Temporadas Populares tem 126 espetáculos em 2002 Acesso em 20/07/2018
Atualmente apresentações musicais são promovidas regularmente na Concha Acústica pela Fundação de Cultura do Estado e em outros pontos do Parque.
No Marco também são promovidas atividades lúdicas e oficinas culturais. Competições esportivas acontecem nas dependências e no entorno do Parque, como o Circuito de Vôlei de Praia, o Torneio de Canoagem e a Volta das Nações.
História
Nas décadas anteriores à transformação da região em área de lazer, diversos proprietários se serviam do local onde o parque está instalado atualmente para a produção de hortifrutigranjeiros e para a criação de animais de pequeno porteDisponível em Estudo Fundiário do Parque Acesso em 20/07/2018 Na década de 1980 iniciou-se um processo de urbanização na região leste da cidade, com a construção de diversas sedes administrativas dos Poderes Estaduais no Parque dos Poderes e a implantação do Shopping Center Campo Grande em 1989.Disponível em Análise de solo e ocupação no entorno do Parque das Nações Indígenas Acesso em 31/07/2018 Ao serem construídos os acessos ao Parque dos Poderes, uma área de fundo de vale com peculiaridades e características de áreas de preservação que abrangia várias chácaras e terrenos situados às margens dos córregos Prosa e Reveilleau, situada no perímetro urbano compreendido pela avenida Afonso Pena, avenida Mato Grosso e córrego Soter, foi desapropriada para futura criação de um parque. A desapropriação ocorreu em 1993, com a publicação do Decreto Estadual n. 7.082,Disponível em Parques Urbanos: Estudo de Caso: Parque das Nações Indígenas Acesso em 31/07/2018 declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação as áreas destinadas à construção do Parque do Prosa, totalizando 116 hectares e 3 876,98 m2. Outro Decreto Estadual, publicado no mesmo ano, mudou o nome da área para Parque das Nações Indígenas.
Mesmo com suas obras parcialmente finalizadas, o parque foi aberto ao público em dezembro de 1994. Ao longo dos anos foi realizada a recomposição vegetal de sua área com a implantação de bosques de espécies típicas do cerrado.
Em 2017Disponível em Decreto nº 14.864, de 25/10/2017 Acesso em 29/07/2018 passou a ser possível que empresas "adotassem" espaços do parque responsabilizando-se pela manutenção em troca da permissão para realização de propaganda.Disponível em Governo publica decreto sobre ‘adoção’ de espaços do Parque das Nações Indígenas Acesso em 29/07/2018 Logo após o lançamento do Programa Estadual de Parcerias para Adoção de Áreas e Equipamentos do Parque das Nações Indígenas (Adote PNI) empresas realizaram pequenas reformas em quadras esportivas e plantio de mudas.Disponível em Semagro institui Programa de Parcerias Acesso em 29/07/2018 Em 2018 foi publicada uma lei estadual específica com diversas restrições à supressão vegetal, execução de obras, exploração de recursos naturais em todo Parque dos Poderes, incluindo o Parque das Nações Indígenas Disponível em Lei cria Complexo para proteger parques de Campo Grande e Lei: Complexo dos Poderes e Programa de Preservação são criados Acesso em 29/07/2018centro|miniaturadaimagem|600x600px|Vista aérea do Parque das Nações Indígenas Bioparque Pantanal
No ano de 2011 foi elaborado projeto para construção do Aquário do Pantanal, cujo nome oficial era Cepric (Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna). De acordo com o projeto original a estrutura ocuparia 18,6 mil metros quadrados de área construída dentro do Parque das Nações Indígenas e no projeto tanques de aquário com milhares de espécies de peixes, mamíferos, répteis e invertebrados, tornariam a obra um dos maiores aquários de água doce do mundo. A obra, que estava parada desde 2016, foi retomada em maio de 2019 Disponível em Retomada das obras do Aquário Acesso em 12/05/2022 e o local foi renomeado. Sua inauguração ocorreu em 28 de março de 2022 quando o Bioparque Pantanal foi gradativamente aberto ao público se tornou um dos maiores laboratórios de peixes do mundo, contando com 150 tanques que abrigam 220 espécies de peixes neotropicais: 151 espécies pantaneiras; 55 da Amazônia; 14 africanas e outras da Oceania, Ásia e América Central. Disponível em do Bioparque Acesso em 12/05/2022
Ligações externas
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Categoria:Áreas verdes urbanas do Brasil Nacoes Indi Categoria:Áreas verdes de Campo Grande (Mato Grosso do Sul)