Pseudo-história é um tipo de pseudociência que se apresenta como histórica, mas que não segue as convenções historiográficas e do método histórico.

Críticas A existência do conceito de pseudo-história presume que existe um método historiográfico correto e uma única versão verdadeira e objetiva dos fatos históricos. Esta concepção é incompatível com certas teorias metafísicas, especialmente o relativismo cultural e sua visão dos assuntos históricos, que rejeita a noção de qualquer verdade fora de linguagem (Veja, por exemplo, Richard Rorty Contingency, Irony, and Solidarity.).

Exemplos de pseudo-história Alguns exemplos de pseudo-história frequentemente citados: O livro de Immanuel Velikovsky, Worlds in Collision O livro de Anatoly Timofeevich Fomenko, Nova Cronologia O livro de Heribert Illig, Phantom time hypothesis Priorado de Sião: obras tais como Holy Blood, Holy Grail, que conjeturam que Jesus Cristo se casou com Maria Madalena, que depois ambos se refugiaram na França e engendraram a linhagem dos reis merovíngios. Negacionismo do Holocausto: teorias de escritores como David Irving que sustentam que o Holocausto não teria ocorrido, seria um exagero. A hipótese de 1421 de Ganvin Menzies, que afirma que o marinheiro chinês Zheng He descobriu a América em 1421. O afrocentrismo. O livro O Código Da Vinci. A sitcom Blackadder.

Ver também Negacionismo da ditadura militar brasileira Negacionismo histórico Negacionismo do holocausto Pseudoarqueologia Pseudociência

Ligações externas

Carroll, Robert Todd, "Pseudohistory". Skeptic's Dictionary Allchin, Douglas, "Pseudohistory and Pseudoscience". Program in the History of Science and Technology, University of Minnesota, Minneapolis MN, USA. "The Restoration of History". Skeptic Magazine. "The Hall of Ma'at". The Hall of Ma'at.

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