"Eu matei Lúcio Flávio..." é um filme brasileiro policial e biográfico de 1979, dirigido por Antônio Calmon. O roteiro é baseado em fatos da crônica policial e da vida de Mariel Mariscot de MattosCinemateca Acessado em 30-06-14 (nome grafado como Mariel Moryscötte de Mattos nos letreiros iniciais enquanto o do personagem aparece como Mariel Maryscôtt), notabilizado por ser um dos líderes do Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro na década de 70. O filme é tido como uma resposta a Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, grande sucesso popular de 1977, sendo que o personagem Lúcio Flávio, apesar de ser considerado por Mariel (personagem de Jece Valadão que também é o produtor) como seu arqui-inimigo, aqui é apenas um coadjuvante.

Elenco Jece Valadão...Mariel Maryscôtt Monique Lafond...Margarida Maria Otávio Augusto...Instrutor Nildo Parente...Ramon Anselmo Vasconcelos...parceiro de Mariel Marcus Vinícius...Célio Dary Reis...Detetive Le Cocq Paulo Ramos...Lúcio Flávio Fernando José...Secretário de Justiça Vera Gimenez...Marlene (participação especial) Celso Faria...delegado (participação especial) Fábio Sabag...Excelência (participação especial) Fátima Leite Maria Zilda Bethlem...moça violentada (creditada como Maria Zilda) Ronaldo Santos André De Biase...bandido da farmácia Paulo Roberto Marques Barbosa Moustaphá Agoumi Marcos Antonio Pereira Maria Lúcia Dahl...granfina Rodolfo Arena...Celso (participação especial) Lucy Mafra...vedete Rose (intérprete em cena da canção "Lígia") Mário Petráglia...detetive da polícia

Sinopse O filme começa com o ex-policial Mariel Maryscôtt encarcerado no Presídio da Ilha Grande, quando os presos ficam sabendo da morte do bandido Lúcio Flávio (no presídio Frei Caneca) e protestam. Em seguida, são encadeados de forma fragmentária, fatos da vida de Mariel: sua atuação como salva-vidas, quando conhece num hospital a prostituta e viciada em drogas Margarida Maria, depois de ter salvado o pai dela de suicídio por afogamento, seu trabalho como "leão-de-chácara" e o convite para entrar para a polícia, feito pelo detetive Le Cocq. Como um dos melhores alunos da Academia, ele é indicado para servir como guarda-costas de políticos enquanto ganha notoriedade por matar alguns bandidos. Quando o Secretário de Segurança resolve criar equipes de elite para combaterem os bandidos mais perigosos, Mariel forma a sua (apelidada de "homens de ouro") e vai atrás do "Bandido da Bandeira 2", assassino de taxistas cujos crimes estão nas manchetes policiais, e de Lúcio Flávio, que reage a perseguição e tenta matá-lo. Mas os excessos das equipes que ficaram conhecidas como "Esquadrão da Morte" e as interferências nos negócios de policiais corruptos logo fará com que a carreira na Polícia de Mariel seja interrompida.

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