thumb|right|Richard Lynn Richard Lynn (1930-2023) foi um psicólogo inglês e autodeclarado "racista científico", conhecido pelos seus trabalhos sobre diferenças de inteligência entre raças e gêneros. O Trabalho de Lynn em relação a uma possível correlação de raça e gênero com inteligência é fortemente criticado e contestado pela maioria da comunidade intelectual e científica, sendo descrito frequentemente como 'racista', 'fraudulento' e 'pseudocientífico'.
Lynn foi educado na Universidade de Cambridge. Ele trabalhou como professor de psicologia na Universidade de Exeter e como professor de Psicologia no Economic and Social Research Institute, Dublim e na Universidade de Ulster em Coleraine. Ele tem escrito ou co-escrito mais de 11 livros e 200 de artigos de jornal, cobrindo cinco décadas.
No final da década de 1970, Lynn escreveu que ele encontrou um QI médio mais elevado no Oriente Asiático em comparação com brancos (5 pontos mais elevados na sua meta-análise). Em 1990, ele propôs que o efeito de Flynn — uma observação ano-de-ano aumento de pontuações de QI em todo o mundo — possivelmente podia ser explicado pela nutrição melhorada, especialmente na primeira infância.
Repercursão no Brasil Veja também: Raça e inteligência.
Em The Intelligence of Nations, livro de 2019, o psicólogo controverso Richard Lynn diz, na página 62, diz o seguinte, em tradução:O QI nacional não-ponderado para o Brasil é 87.87 com desvio padrão de 8,83. De acordo com a composição de população na Tabela 10 e ajustado pelo tamanho da amostra é 85,23. Brasil participou em todos os volumes do PISA de 2000 a 2015 quando pontuou com o um SAS-IQ de 81,54. A média QI final do Brasil é 83.38.Apesar de ser debatido na literatura científica, variações de tal asserção como que o brasileiro médio tem QI 85 ou 87 circulam na ciência popular.
De acordo com um artigo do professor da UERJ Diego Candido Abreu, é um meme entre membros da extrema-direita brasileira usado no sentido do viralatismo para desprezar o brasileiro comum como não sendo inteligente.
A figura foi citada pelo g1, BBC News Brasil, o colunista conservador Mario Sabino e Gazeta do Povo, apesar da última atribuir também ao OpenPsych [en].
Notas
Referências
Lynn, Richard