Djaci Alves Falcão (Monteiro, 4 de agosto de 1919 - Recife, 26 de janeiro de 2012) foi um jurista e magistrado brasileiro, tendo integrado por vinte e dois anos o Supremo Tribunal Federal, que presidiu no biênio 1975/1977.

Filho de Francisco Cândido de Melo Falcão e de Inês Alves Falcão, bacharelou-se em Direito pela tradicional Faculdade de Direito do Recife em 1943. No ano seguinte, ingressou na carreira da magistratura como Juiz de Direito do Estado de Pernambuco, e em 1957 foi promovido a Desembargador do Tribunal de Justiça, integrando ainda naquele estado o Tribunal Regional Eleitoral de 1965 a 1967.

Quando o curso de Direito da Universidade Católica de Pernambuco foi criado em 1959, Djaci Falcão assumiu a cátedra de Direito Civil.COELHO, Gilvandro de Vasconcelos. Ética e Direito. Recife: FASA, 2008, p. 17.

Em 1967, foi indicado para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, tendo sido presidente dessa corte de 1975 a 1977 e se aposentado em 1989.

Casado com Maria do Carmo de Araújo Falcão e pai de Francisco Falcão (ministro do Superior Tribunal de Justiça), Conceição e Luciano, teve, ainda, nove netos e um bisneto.

Publicações Dentre as suas publicações, importante citar as seguintes: Da responsabilidade civil, extensão da responsabilidade do proposto ao proponente [falta ano de publicação] Do mandado de segurança contra decisão judicial Da igualdade perante a lei Alguns aspectos do poder do juiz na direção do processo O Poder Judiciário e a conjuntura nacional Reforma do Poder Judiciário

Láureas Altamente homenageado, tem como principais condecorações, dentre outras: Medalha do Mérito de Pernambuco; Medalha do Mérito da Cidade do Recife; Medalha do Mérito Judiciário - Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Medalha da Ordem do Mérito Eleitoral Frei Caneca - Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Pernambuco; Título de Cidadão do Estado de Pernambuco; Título de Cidadão do Estado de Goiás; Grã-Cruz da Ordem do Mérito do Rio Branco; Ordem do Mérito da República de Portugal; Ordem do Mérito da República da Romênia

Em 1995, o edifício-sede do Tribunal Regional Federal da 5ª Região passou a ser nominado em sua homenagem, como reconhecimento aos relevantes serviços por ele prestados durante quase quarenta e cinco anos dedicados à magistratura brasileira.

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