Joana d'Arc de Luc BessonJoana d'Arc de Luc Besson no CinePlayers (Brasil)Joana d'Arc de Luc Besson no DVDPT (Portugal)Joana d'Arc de Luc Besson no SapoMag (Portugal) (; ) é um filme francês, feito em língua inglesa, de 1999, do gênero drama biográfico, dirigido por Luc Besson. Foi gerenciado pela Gaumont e distribuído pela Columbia Pictures e pela Sony Pictures Entertainment e produzido por Patrice Ledoux e a trilha sonora é de Éric Serra.

Acabou sendo um fracasso de crítica e público.

Sinopse Em 1412, nasce em Domrémy, na França, uma menina chamada Joana. Ainda jovem, ela desenvolve uma fé tão intensa e fora do comum que fazia se confessar várias vezes por dia.

Eram tempos muito difíceis, pois a Guerra dos Cem Anos com a inimiga de sempre Inglaterra prolongava-se desde 1337. Em 1420, Henrique V e Carlos VI de França assinam o Tratado de Troyes, declarando que após a morte do rei, a França pertencerá a Inglaterra. Todavia, ambos os reis morrem e Henrique VI é o novo rei dos dois países rivais, mas tem poucos meses de idade e Carlos, o delfim de França, não deseja entregar de mãos beijadas o seu reino a uma criança.

Desta forma, os ingleses invadem o país e ocupam Compiègne, Reims e Paris, com o rio Loire conseguindo deter o avanço dos invasores. Carlos foge para Chinon, mas ele quer é ir para Reims, onde por tradição os soberanos franceses são coroados, mas como os ingleses dominam toda a região envolvente, isto torna-se um problema grave para ser contornado. Até que aparece Joana que, além de se autointitular a "Donzela de Lorraine" tinha uma determinação e fé inabalável e dizia que estava numa missão divina para libertar a França da opressão dos ingleses.

Desesperado por uma solução, o delfim aceita lhe dar um exército, com o qual ela consegue recuperar a cidade de Reims, onde o delfim é coroado rei. Mas se finalmente para ele os problemas tinham acabado, para Joana seria o início do fim.

Elenco Milla Jovovich .... Joana d'Arc Dustin Hoffman .... Consciência Faye Dunaway .... Yoland D'Aragon John Malkovich .... Carlos 7.º Tchéky Karyo .... Dunois Pascal Greggory .... Duque de Alençon Vincent Cassel .... Gilles de Rais Desmond Harrington .... Aulon Timothy West .... Cauchon Rab Affleck .... Comrade Edwin Apps .... bispo Richard Ridings .... La Hire David Bailie .... juiz inglês David Barber .... juiz inglês

Contexto histórico

Joana d'Arc é contemporânea da Guerra dos Cem Anos, longa disputa entre Inglaterra e França. Heroína dessa guerra, foi presa pelos borguinhões e condenada à fogueira por prática de bruxaria. Contudo, cinco séculos depois, o processo que a condenou foi invalidado e ela foi canonizada como santa pelo Papa Bento XV.

Precisão histórica A cena em que Joana testemunha o assassinato e o estupro póstumo de sua irmã por soldados ingleses em sua aldeia é inteiramente uma construção fictícia. Joana e sua família fugiram de sua aldeia antes que ela fosse atacada e na verdade foi atacada pelos borgonheses, não pelos ingleses. No filme, Joana é vista tendo visões quando criança; na verdade, Joana afirmou que essas visões começaram por volta dos 13 anos. Ela também é vista encontrando sua espada em um campo quando criança, enquanto, historicamente, ela foi descoberta muitos anos depois em sua jornada para Chinon. Filipe o Bom é retratado como irreligioso, quando na verdade era um católico devoto.

Hayward dá crédito a Besson por mostrar a colaboração entre os borgonheses e os ingleses com mais precisão do que cineastas anteriores. Muitas falas durante as cenas do julgamento de Joan foram retiradas literalmente da transcrição real do julgamento de Joan. Joana é mostrada recebendo os dois ferimentos que recebeu na vida real (uma flecha acima do peito e uma flecha na perna), e o filme inclui alguns dos relatos do século XV associados a Joana, como a capacidade de reconhecer Carlos VII entre um grupo de seus cortesãos em Chinon. O exame da virgindade de Joana foi um verdadeiro teste que Joana teve que completar para provar seu mérito.

Recepção Bilheteria O filme arrecadou US$14,276,317 nos Estados Unidos, além de mais US$ 52,700,000 arrecadados no restante do mundo, com um faturamento total de US$ 67 milhões, bem abaixo do esperado.

Crítica The Messenger dividiu a opinião dos críticos. No site Rotten Tomatoes, o filme tem uma média de 32% de aprovação, baseado em 76 críticas. O consenso afirma: "A narrativa pesada desmorona sob seu próprio peso." Já no Metacritic, o filme tem uma pontuação de 54, com base em 33 resenhas, indicando recepção "mista ou média".

Prêmios e indicações Prêmio César 2000 (França) Venceu nas categorias de melhor figurino e melhor som. Indicado nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor desenho de produção, melhor canção, melhor edição e melhor fotografia.

Categoria:Filmes com trilha sonora de Éric Serra Categoria:Filmes da França de 1999 Categoria:Filmes em língua latina Categoria:Filmes de drama biográfico da década de 1990 Categoria:Filmes de drama biográfico da França Categoria:Representações culturais de Joana d'Arc Categoria:Filmes sobre o catolicismo Categoria:Filmes da Gaumont Categoria:Filmes ambientados no século XV Categoria:Filmes de ficção histórica da França Categoria:Filmes em língua inglesa Categoria:Cinebiografias de religiosos