Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos (Freguesia de Santo Ildefonso, Porto - Portugal, 1758 — Rio de Janeiro - Brasil, 1815) foi um historiador, jurisconsulto e tronco de tradicional família luso-brasileira, os Pereira de Vasconcelos, sendo filho do Coronel Jerónimo Pereira de Vasconcelos e de Ana Jacinta da Natividade Ribeiro, ambos naturais da cidade do Porto, Portugal. Foi casado com Maria do Carmo de Sousa Barradas, mineira de Mariana, sendo pai, dentre outros, do estadista brasileiro Bernardo Pereira de Vasconcelos, do Marechal Jerónimo Pereira de Vasconcelos, o Visconde de Ponte da Barca e de Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos.
Carreira Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, Portugal. Autor, entre outras, de Breve Descrição Física, Política e Geográfica da Capitania de Minas Gerais, foi Cavaleiro professo na Ordem de Cristo, de Portugal, caixa de Diamantes de Indaiá (Minas Gerais), vereador e Presidente do Senado da Câmara de Vila Rica (atual Ouro Preto/MG) e Juiz do Crime do bairro de São José, no Rio de Janeiro.
Inconfidência Mineira Chegou a ser preso sob a suspeita de envolvimento na Inconfidência Mineira. Ao final do processo da Devassa que condenou os réus da Conjuração, " o vereador Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos, revestido de todo o amor patrício e das obrigações de vassalo" proferiu no dia 22 de maio de 1792, como orador oficial, discurso de rigozijo pela execução de Tiradentes, na Câmara de Vila Rica:
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