O Google Busca (também chamado de Pesquisa Google) é um mecanismo de busca operado pelo Google. Ele permite que os usuários pesquisem informações na web inserindo palavras-chave ou frases. O Google Busca utiliza algoritmos para analisar e classificar sites com base na relevância em relação à consulta de pesquisa. É o mecanismo de busca mais popular do mundo.
O Google Busca é o site mais acessado do mundo. Em 2025, detém 89,83% da participação no mercado global de mecanismos de busca. Aproximadamente 19,23% do tráfego mensal global do Google vem dos Estados Unidos, 8,23% da Índia, 6,01% do Japão, 5,87% do Brasil e 3,54% do Reino Unido, de acordo com dados da Similarweb.
A ordem dos resultados de pesquisa retornados pelo Google é baseada, em parte, em um sistema de classificação de prioridade chamado PageRank. O Google Busca também oferece diversas opções para buscas personalizadas, utilizando símbolos para incluir, excluir, especificar ou exigir determinados comportamentos na pesquisa. Além disso, disponibiliza experiências interativas especializadas, como consulta de status de voos e rastreamento de pacotes, previsões do tempo, conversões de moeda, unidades e horário, definições de palavras, entre outras.
O objetivo principal do Google Busca é localizar textos em documentos publicamente acessíveis oferecidos por servidores web, em vez de outros tipos de dados, como imagens ou informações contidas em bancos de dados. Originalmente, foi desenvolvido em 1996 por Larry Page, Sergey Brin e Scott Hassan. O projeto inicial foi estruturado na garagem da casa de Susan Wojcicki, em Menlo Park. Em 2011, o Google lançou a Pesquisa por voz, permitindo pesquisas por palavras faladas, em vez de digitadas. Já em 2012, introduziu a funcionalidade de busca semântica conhecida como Knowledge Graph.
A análise da frequência de termos pesquisados pode indicar tendências econômicas, sociais e de saúde. Dados sobre a frequência de termos no Google podem ser acessados publicamente pelo Google Trends, que já demonstrou correlação com surtos de gripe e níveis de desemprego, fornecendo informações mais rapidamente do que métodos tradicionais de relatórios e pesquisas. Desde meados de 2016, o mecanismo de busca do Google passou a usar redes neurais profundas para aprimorar sua funcionalidade.
Alguns recursos do buscador Google
O Google atualiza sua base de informações diariamente. Existe o Googlebot, um web crawler do Google que busca por informações novas em todos os endereços possíveis em toda a internet, cujo se destaca pela sua velocidade.
220px|thumb|left|Abertura do Google em Buenos Aires, Argentina.
Uma das razões para o sucesso do Google Search é o sistema PageRank. Trata-se de um algoritmo desenvolvido pelos próprios fundadores do Google - Larry Page e Sergey Brin - na Universidade de Stanford, que atribui uma pontuação (um PageRank) a páginas web, de acordo com a quantidade e a qualidade das ligações (externos ou internos) que apontem para ela; o PageRank é um dos factores de maior peso na definição do ordenamento das páginas apresentadas pela Google. Em outras palavras, quanto mais ligações existirem apontando para uma página, maior é seu grau de importância no Google. Como consequência, essa página tem maior probabilidade de obter um bom posicionamento nas buscas, pois o PageRank indica que a comunidade da Web (por meio de ligações) elegeu aquela página como de maior relevância o assunto pesquisado. Além disso, o Google analisa os assuntos mais pesquisados e verifica quais sites tratam aquele tema de maneira significativa. Para isso, ele checa a quantidade de vezes que o termo pesquisado aparece na página, por exemplo.
Google disponibiliza ainda um recurso extremamente útil: o de "Em cache". O Google armazena quase todas as páginas rastreadas pelo Googlebot e permite que esse conteúdo seja acessado mesmo quando o site original não está no ar. Por exemplo, suponha que você fez uma pesquisa e ao clicar em uma ligação que aparece na página de resultados você constatou que aquela página não existe mais. Se você clicar em "Em cache", uma ligação que fica junto a cada item disponibilizado na página de resultados, você acessará uma cópia daquela página que está armazenada no Google.
Outros dois factores importantes são a simplicidade e clareza. A combinação desses itens foi trabalhada desde a concepção do Google. Devido a isso, é possível acessar um site leve, sem poluição visual e cujas opções são facilmente localizáveis. O Google é capaz de realizar buscas em mais de 300 tipos de arquivos.
O Google oferece, além de seu tradicional mecanismo de busca, vários outros serviços, como o Google News, o Froogle, o Gmail, o Google Talk, o Google Earth, entre outros. Para saber de algumas novidades que estão para vir ou para saber quais os principais projectos em que o Google trabalha atualmente, basta visitar o Google Labs.
Pesquisas Produtos de pesquisas
A porcentagem exata do total de páginas web que o Google indexa não é conhecida, devido à dificuldade de calcular este número com precisão. O Google apresenta um resumo de duas linhas e também uma prévia de cada resultado de pesquisa, que inclui um link para uma versão da página armazenada em cache, geralmente mais antiga.
O Google não só indexa e armazena cópias das páginas web, mas também guarda instantâneos de outros tipos de arquivos, como PDF, documentos do Word, planilhas do Excel, arquivos Flash, arquivos de texto simples, e assim por diante. Exceto no caso de texto e arquivos SWF, a versão em cache é o resultado de uma conversão para (X)HTML, permitindo aos que não possuem a aplicação correspondente a possibilidade de ler o arquivo. Os usuários podem personalizar o mecanismo de busca através da definição de uma linguagem padrão, do uso da tecnologia de filtro “SafeSearch” e da definição do número de resultados mostrados em cada página. O Google tem sido criticado por colocar cookies de longos prazos nas máquinas dos usuários para armazenar suas preferências, uma tática que também lhes permite acompanhar termos de pesquisa dos usuários e manter esses dados por mais de um ano. Para qualquer consulta, podem ser mostrados no máximo os 1000 primeiros resultados, com um limite de 100 exibidos por páginas. A capacidade de especificar o número de resultados está disponível somente se a "busca instantânea" não está habilitada. Se a "busca instantânea" está habilitada, apenas 10 resultados são exibidos independentemente dessa configuração.
Em 2012, o Google alterou suas classificações para rebaixar sites que foram acusados de pirataria, exceto o site YouTube (do próprio Google).Orlowski, Andrew. "YouTube escapes Google's piracy site smackdown." The Register, 13 de agosto de 2012.
Dados não-indexáveis Apesar de seu grande índice, há também uma considerável quantidade de dados disponíveis em bases de dados online que são acessíveis por meio de consultas, mas não por ligações. Essa chamada web profunda ou invisível é coberta minimamente pelo Google através de seu engenho de busca. Ela contém catálogos de bibliotecas, documentos legislativos oficiais dos governos, guias de telefones e outros conteúdos preparados dinamicamente para responder a uma consulta.
Funcionalidades
O Google Search consiste em uma série de sites localizados. O maior deles, Google.com, é o site mais visitado no mundo. Algumas de suas características incluem um link para a definição da maioria das pesquisas, incluindo as palavras do dicionário, o número de resultados que você obteve em sua pesquisa, links para outras pesquisas (por exemplo, no caso de palavras que o Google acredita terem sido digitadas incorretamente, ele fornece um link aos resultados da pesquisa usando a grafia que ele propõe), e muito mais.
Sintaxe para busca
O mecanismo de busca do Google normalmente aceita consultas a partir de um simples texto, e divide o texto do usuário em uma sequência de termos de pesquisa que geralmente, serão palavras que irão ocorrer nos resultados da pesquisa, mas também pode usar operadores booleanos, tais como: aspas (' ') por uma frase, um prefixo como “+”, “-“ para termos qualificados (não mais válido, o ‘+’ foi removido do Google em 19 de outubro de 2011) descrevem cada uma dessas consultas adicionais e opções(veja em: opções de busca). A forma de pesquisa avançada do Google fornece vários campos que podem ser utilizados para qualificar as pesquisas tais como data da primeira requisição. Todas as consultas adicionais transformam-se em pesquisas regulares, normalmente com expressão adicional qualificada. Além disso, a partir do método de indexação do Google, é possível realizar técnicas para encontrar sistemas vulneráveis, a qual é chamada de Google Hacking.
Expansão da consulta
O Google aplica a expansão da consulta para consultas submetidas, transformando-a na consulta que realmente será utilizada para obter os resultados da busca. Tal como acontece com o ranking da página, os detalhes exatos do algoritmo que o Google usa são deliberadamente obscuros, mas certamente as seguintes transformações são as que ocorrem:
Reordenação de termos: na recuperação de informação esta é uma técnica padrão para reduzir o trabalho na obtenção do resultado da busca. Essa transformação é invisível ao usuário, pois os resultados de ordenação utilizam a ordem da consulta original para determinar a relevância. O stemming é usado para aumentar a qualidade da busca, mantendo pequenas variantes sintáticas dos termos de busca. Há uma facilidade limitada para corrigir possíveis problemas de escritas nas consultas.
Estou com sorte
A página inicial do Google inclui o botão “Estou com sorte”. Quando o usuário digita uma busca e clica no botão, ele será levado ao primeiro resultado da pesquisa, ignorando a página de resultados do mecanismo de pesquisa. A ideia é que se o usuário “está com sorte”, o mecanismo de buscas irá retornar a correspondência perfeita na primeira vez sem ter que folhear os resultados da pesquisa. Desde 2010, com a introdução do Google Instant, que apresenta resultados conforme o usuário digita, o botão "Estou com sorte" foi removido. De acordo com um estudo realizado por Tom Chávez, em 2007, o Google deixou de ganhar 110 milhões de dólares com publicidades devido ao uso do botão.
Estrutura de dados (servidor web distribuído) A Google possui um sistema distribuído de armazenamento de dados estruturados, com o objetivo de ter uma escalabilidade de petabytes de dados em centenas de milhares de computadores com alto desempenho e alto disponibilidade.
O nome GOOGLE vem da palavra GOOGOL, inventada por Milton Sirotta, sobrinho do matemático Edward Kasner para designar o número 1 seguido de zeros - simboliza a missão da empresa em organizar o montante de informações disponíveis na web e jogá-la ao mundo.
Sistemas de arquivos O sistema de arquivos do Google (GFS ou GoogleFS) é um sistema de arquivos distribuído proprietário desenvolvido pelo Google para fornecer acesso eficiente e confiável a dados usando grandes clusters de hardware de commodity. Uma nova versão do código do sistema de arquivos do Google chamada Colossus foi lançada em 2010.