thumb|200px|Gravura antropomórfica exposta em Vila Velha de Ródão Os sítios de arte rupestre do Vale do Tejo situam-se ao longo das margens dos rios Tejo e Ocreza, nos municípios de Vila Velha de Ródão, Nisa e Mação, formando o maior complexo de arte rupestre da Península Ibérica, composto por cerca de 40.000 gravuras, a maioria compreendidas entre o Neolítico antigo e a primeira Idade do Bronze.

As gravuras foram identificadas em 1971, poucos anos antes da conclusão da barragem de Fratel e da consequente submersão de muitos núcleos de gravuras.

A generalidade das gravuras foram obtidas por picotagem sobre superfícies sub-horizontais do substrato xisto-grauváquico.

As gravuras representam essencialmente símbolos geométricos, embora também se encontrem representações antropomórficas e zoomórficas.

Principais núcleos de arte rupestre Foram identificados 10 núcleos de arte rupestre, distribuindo-se ao longo de 40 km, nas duas margens do Tejo. São eles, da nascente para jusante: Cachão de São Simão, Nisa Alagadouro (submerso), Nisa Lomba da Barca (submerso), Nisa Cachão do Algarve (submerso), Vila Velha de Ródão Ribeira do Ficalho (submerso), Nisa Fratel (submerso), Vila Velha de Ródão Chão da Velha (submerso), Nisa Silveira (submerso), Vila Velha de Ródão Gardete, Vila Velha de Ródão Rio Ocreza, Mação

Ver também Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo

Ligações externas

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