é um substantivo japonês formado por dois kanji: e que em sentido amplo refere-se a qualquer história de terror ou de fantasma, mas possui uma halo de obsolescência, que carrega a conotação de contos populares do período japonês Edo.
O termo não é mais largamente usado em japonês. Livros e filmes de j-horror, tais como Ju-on e Ringu são melhor rotulados como ou . Kaidan somente é usado quando um autor/diretor deseja especificamente dar um ar démodé à sua história.
Hyakumonogatari Kaidankai e Kaidanshu Kaidan entrou para o vernáculo japonês durante o período Edo, quando um jogo chamado Hyakumonogatari Kaidankai se tornou popular. Este jogo levou à demanda por histórias de fantasmas e contos folclóricos, reunidos de todas as partes do Japão e da China.
A popularização do jogo, bem como a aquisição de imprensa resultaram na criação de um gênero literário chamado Kaidanshu. Este gênero era originariamente baseado em velhos contos budistas de caráter didático.
Kaidanshu significativos Tonoigusa, conhecido como Otogi Monogatari (Contos do Jardim de Infância) de Ogita Ansei (1660). Otogi Boko (Fantoches) de Asai Ryoi (1666). Ugetsu Monogatari (Contos da Luz da Lua e da Chuva) de Ueda Akinari (1776).
Kaidan significativos Bancho Sarayashiki (A História de Okiku) de Okamoto Kido. Tōkaidō Yotsuya Kaidan (História de Fantasma de Tōkaidō Yotsuya) de Tsuruya Nanboku IV (1755–1829). Botan Dorou (A Lanterna Peônia) de Asai Ryoi. Miminashi Hoichi (Hoichi Sem Orelhas).
Lafcadio Hearn e Kwaidan A palavra foi usada em inglês por Lafcadio Hearn em seu livro Kwaidan: Stories and Studies of Strange Things (Kwaidan: Histórias e Estudos de Coisas Estranhas). A grafia romanizada kwaidan é baseada na forma arcaica da palavra em kana; pelo sistema revisado de romanização de Hepburn a palavra é transliterada como kaidan.
Categoria:Folclore do Japão Categoria:Palavras, frases e expressões em japonês