Sylvio Carlos Back (Blumenau, Lúcia Nagib: O cinema da retomada: depoimentos de 90 cineastas dos anos 90 Google Books - acessado em abril de 2017), é um cineasta, poeta, roteirista, escritor, jornalista e produtor brasileiro.
Além de filmes, tem editados livros, entre poesias, ensaios e os argumentos/roteiros de vários de seus filmes. Com 71 láureas nacionais e internacionais, Sylvio Back é um dos mais premiados cineastas do Brasil. Seu filme Lost Zweig teve ampla participação em festivais, levando vários prêmios. Entre os mais conhecidos, estão Aleluia Gretchen, de 1976, e a A guerra dos pelados, de 1970. Dois de seus filmes são biografias: de Lost Zweig e do poeta Cruz e Sousa.
Biografia Filho de imigrantes que vieram para o Brasil em 1935, o pai era judeu húngaro e a mãe alemã,Perfil Sylvio Back Site Ecclesiae - acessado em 9 de abril de 2017 nasceu em Blumenau em 1937. A década de 1940 a família mudou-se para o Paraná, onde moraram em Antonina, Paranaguá e Curitiba. Quando adolescente, trabalhou como bancário e foi editor do suplemento literário letras e/& artes do jornal Diário do Paraná.EDIÇÃO FAC-SIMILAR CELEBRA OS CINQUENTA ANOS DO SUPLEMENTO PARANAENSE LETRAS & ARTES Jornal tribuna do Paraná - acessado em 9 de abril de 2017História - Conheça alguns detalhes da história do Diário do Paraná Caderno G - Jornal Gazeta do Povo - acessado em 18 de dezembro de 2011 Em 1962, iniciou-se no cinema, produzindo curta-metragemBreve Histórico do Cinema Paranaense Site Paranacine - acessado em 9 de abril de 2017 e somente em 1968 lançou seu primeiro longa-metragem "Lance maior".
Durante a década de 1970, dedicou-se por completo as produções cinematográficas, desenvolvendo curtas, médias e longa metragens, como A Guerra dos Pelados, Aleluia Gretchen, Revolução de 30, além de documentários, como Curitiba: uma experiência em planejamento urbano. Em 1986, depois que mudou-se na a cidade do Rio de Janeiro,Os 40 anos de Lance Maior Estadão - Cultura - acessado em 9 de abril de 2017 iniciou uma nova fase em sua vida, quando lançou seu primeiro livro O caderno erótico de Sylvio Back (uma coletânea de poesias),QUERMESSE: TODA A POESIA ERÓTICA DE SYLVIO BACK Germinal Literatura - acessado em 9 de abril de 2017 além do documentário Guerra do Brasil - Toda a Verdade sobre a Guerra do Paraguai, lançado em 1987.Guerra do Brasil - Toda a Verdade sobre a Guerra do Paraguai Site Filmes x Épicos - acessado em 9 de abril de 2017
Filmografia
1964 - As moradas (média-metragem) 1965 - Os imigrantes (curta-metragem) 1965 - Curitiba, amanhã (curta-metragem) 1966 - A grande feira (curta-metragem) 1966 - Festival (curta-metragem) 1966 - Vamos nos vacinar (curta-metragem) 1968 - Lance maior 1969 - Yndio do Brasil 1970 - A guerra dos pelados 1973 - A gaiola de ouro (média-metragem) 1974 - Curitiba: uma experiência em planejamento urbano (documentário) 1974 - O semeador (curta-metragem) 1976 - Aleluia Gretchen 1976 - Teatro Guaíra (curta-metragem) 1977 - Mulheres guerreiras (média-metragem) 1978 - Um Brasil diferente? (curta-metragem) 1978 - Crônica Sulina (média-metragem) 1979 - República Guarani (média-metragem) 1980 - Sete quedas (curta-metragem) 1980 - Revolução de 30 1981 - Jânio 20 anos depois 1981 - República Guarani 1981 - A araucária: memória da extinção (curta-metragem) 1982 - A escala do homem (curta-metragem) 1983 - Vida e sangue de polaco (média-metragem) 1984 - O auto-retrato de Bakun (média-metragem) 1987 - Guerra do Brasil 1990 - Rádio Auriverde 1992 - A babel da luz (curta-metragem) 1995 - Yndio do Brasil 1995 - Zweig: A morte em cena (média-metragem) 1998 - Cruz e Sousa - o poeta do desterro 2002 - Lost Zweig 2010 - O contestado - Restos mortais 2015 O Universo Graciliano (documentário)Sylvio Back traça perfil existencial de Graciliano Ramos em documentário O Globo - acessado em 9 de abril de 2017
Obra poética O Caderno Erótico de Sylvio Back (1986) Moedas da Luz (1988) A Vinha do desejo (1994) Yndio do Brasil (Poemas de Filme, 1995) boudoir (1999) Eurus (2004)
Premiações Por A Guerra dos pelados: "Prêmio de Qualidade", do Instituto Nacional de Cinema INC/71; "Melhor filme brasileiro exibido em São Paulo/71" "Folha de S. Paulo"; Prêmio "Governador de São Paulo"/71; Três prêmios para o elenco no 1º Festival de Cinema de Guarujá SP/71; "Menção Especial" na 2ª Semana Internacional do Filme de Autor em Málaga (Espanha); Indicação para o Festival de Berlim (Al. Oc.)/71. Por A gaiola de ouro: Prêmio no 1º Festival Nacional de Curta-metragem da Aliança Francesa (RJ); Prêmio "Helena Silveira" e troféu "Amiga" para o "Melhor Programa de 1973". Por Um Brasil diferente?: Prêmio "Melhor Filme de Turismo do Ano" (Embratur). Por Sete Quedas: "Melhor roteiro" (1º lugar) no Concurso de Filmes sobre Turismo (Embratur-Embrafilme); Prêmio "Filme Brasileiro de Curta-metragem", do Conselho Nacional de Cinema (Concine). Por A araucária: memória da extinção: Prêmio Embrafilme na 15ª Mostra Internacional do Filme Científico/83; Prêmio "Osiris", da FAO, no 13º Concurso Internacional do Filme Agrícola de Berlim/84 (Al. Oc.); Prêmio "Filme Brasileiro de Curta-metragem", do Conselho Nacional de Cinema (Concine)/84. Por República Guarani: "Melhor Roteiro" e "Melhor Trilha Sonora", no 15º Festival de Brasília/82; Prêmio "São Saruê"/82 (Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro); "Melhor Documentário"/84 (Associação de Críticos Cinematográficos/MG); "Menção Honrosa" no 2º Festival Latino-americano de Cinema dos Povos Indígenas/87 (RJ). Por A escala do homem: Prêmio "Filme Brasileiro de Curta-metragem" da Fundação do Cinema Brasileiro/89. Por Vida e sangue de polaco: "Melhor Fotografia" no 11º Festival de Gramado/83; "Melhor Fotografia" e "Melhor Som" no 16º Festival de Brasília/83; Indicação para o 6º Festival Internacional do Filme Etnográfico e Sociológico ("Cinéma du Réel"), Paris/84. Por O auto-retrato de Bakun: "Prêmio Glauber Rocha" (Melhor Filme), na 13ª Jornada Brasileira de Curta-metragem (Cachoeira/BA)/84; "Menção Especial do Júri" no 1º Festival Internacional de Cinema, Televisão e Vídeo do Rio de Janeiro/84; Prêmio "Melhor Fotografia" no 1º Festival de Cinema de Caxambu/MG, 84. Por Guerra do Brasil: "Prêmio Especial do Júri" no 3º Rio-cine Festival/87; "Melhor Roteiro" no 1º Festival de Cinema de Natal (RN)/87; "Melhor Cartaz" (João Câmara e Dulce Lobo) no 9º Festival Internacional del Nuevo Cine Latino Americano de Havana (Cuba)/87. Por A babel da luz: "Melhor Filme" e "Melhor Montagem" no 25º Festival de Brasília; "Melhor Curta-metragem de 92"; "Margarida de Prata" da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Por Yndio do Brasil: "Melhor Documentário de Longa-metragem" na 22º Jornada Internacional de Cinema da Bahia/95; "Melhor Documentário em Língua Portuguesa e Espanhola" no 26º Festival de Figueira da Foz (Portugal/96); "Prêmio Especial do Júri" no 100º Fest Cine (Florianópolis-SC)/97; Indicação para os festivais de Gramado, Havana, Uruguai, Santa Fé (Estados Unidos), Innsbruck (Áustria), Rotterdam (Holanda), Oslo (Noruega), Mar del Plata (Argentina), Fórum do Festival de Berlim (Alemanha) e Trieste (Itália). Por Lost Zweig: "Melhor filme" e "Melhor direção" na 14ª edição do Cine Ceará - Festival Nacional de Cinema e Vídeo.
Ligações externas
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