Douglas da Silva Franklin (Santos, 9 de setembro de 1949 – 9 de agosto de 2026) foi um futebolista brasileiro que atuou como centroavante e meio-campista.
Foi considerado um dos maiores jogadores da história do Esporte Clube Bahia pela torcida do clube.
Carreira Filho de um enfermeiro e fotógrafo com uma escriturária, deu os primeiros passos no AZ Negro, time de várzea em Santos. Aos 13 anos, chegou ao Santos levado pelo goleiro Manga. Já no infantil, atuou ao lado de Clodoaldo e Negreiros, antes de se juntar a Edu, Nenê, Fito e Picolé. Assinou o contrato profissional em 1967 e estreou em 15 de abril de 1968.
Fez o primeiro gol do Estádio Rei Pelé, na vitória do Santos sobre a Seleção Alagoana por 5–0 em 25 de outubro de 1970.
Entre 1967 e 1971, o meia-atacante marcou 75 gols com a camisa alvinegra. Em 1972, com mudanças no comando da equipe, resolveu deixar o Alvinegro praiano.
O América-RJ abriu-lhe as portas, mas enquanto treinava no clube, aguardando a assinatura do contrato, o Bahia enviou uma proposta para sua contratação. A passagem de avião que o levaria de São Paulo para o Rio de Janeiro já estava comprada, mas teve que ser cancelada. Era 13 de abril de 1972. Em vez de fazer a ponte aérea, Douglas embarcou para Salvador. O “avião samurai”, como era conhecido o modelo NAMC YS-11 da Vasp, que levaria o jogador de São Paulo para o Rio de Janeiro, se chocou com a serra da Maria Comprida e matou todos os 25 ocupantes.
Entre 1972 e 1980, tornou-se o segundo maior artilheiro da história do Bahia, com 184 gols (perdendo apenas para Carlito com 233). Foi um dos comandantes do heptacampeonato estadual entre 1973 e 1979 – maior sequência de títulos do futebol baiano.
Em 1980, foi emprestado à Portuguesa e na volta comprou seu passe.
Douglas teve também uma curta passagem (três meses) pelo maior rival do : o .
Douglas jogou futebol profissional até 1988.
Pós-carreira e vida pessoal Casado pela segunda vez, Douglas teve quatro filhos.
Além de participar do sindicato dos jogadores na Bahia, atuou como olheiro de revelações para o futebol, treinando categorias de base, sua preferência.
Chegou a treinar em 2006 o Camaçari, na Bahia.
Também foi técnico do Barretos Esporte Clube.
Faleceu no dia 9 de agosto de 2026, o ex-jogador enfrentava um câncer no intestino.
Títulos Bahia Campeonato Baiano: 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979
Santos Campeonato Paulista: 1967, 1968, 1969 Campeonato Brasileiro: 1968 Recopa Intercontinental: 1968 Supercopa Sul-Americana dos Campeões Intercontinentais: 1968 Taça Cidade de São Paulo: 1970
Categoria:Nascidos em 1949 Categoria:Naturais de Santos Categoria:Futebolistas do estado de São Paulo Categoria:Futebolistas do Santos Futebol Clube Categoria:Futebolistas do Esporte Clube Bahia Categoria:Futebolistas da Associação Portuguesa de Desportos Categoria:Futebolistas do Esporte Clube Vitória Categoria:Futebolistas da Associação Desportiva Leônico Categoria:Futebolistas do Barretos Esporte Clube