{| class="infobox vcard" cellspacing="5" style="float: right; text-align:left; font-size:90%; margin: 0 0 0.5em 1em;" border="0" width="250" | colspan="2" style="text-align: center; font-size: 130%; font-weight: bold;" class="fn org" | Seleção Cubana de Voleibol Feminino 250px |- ! Associação | Confederação Cubana de Voleibol |- ! Confederação | Confederação da América do Norte, Central e Caribe de Voleibol |- ! Técnico | Tomás Fernández |- ! Capitã | Diaris Pérez |- ! Código FIVB | CUB
A Seleção Cubana de Voleibol Feminino representa Cuba em competições internacionais e jogos amistosos. Ela é tricampeã olímpica (1992 , 1996 e 2000), medalhista de bronze em Atenas 2004, multicampeã Pan-Americana, tricampeã mundial (1978, 1994 e 1998), entre outros títulos.
O time nacional de Cuba foi o primeiro a quebrar a dominação da URSS e do Japão no voleibol feminino mundial ganhando o Campeonato Mundial de 1978.
Cuba dominou o mundo do vôlei nos anos 1990 (1991-2000), ganhando oito vezes seguidas torneios da FIVB (a Copa do Mundo de Voleibol em 1991, os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, o Campeonato Mundial de Voleibol em 1994, a Copa do Mundo em 1995, os Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, o Campeonato Mundial em 1998, a Copa do Mundo em 1999 e os Jogos Olímpicos de Sydney em 2000).
O time também tem o apelido de "Las Espectacutulares Morenas del Caribe" ("As Espetaculares Morenas do Caribe", em português).
Principais resultados
Jogos Olímpicos
1964 – não participou 1968 – não participou 1972 – 6º lugar 1976 – 6º lugar 1980 – 6º lugar 1984 – não participou 1988 – não participou 1992 – Medalha de Ouro 1996 – Medalha de Ouro 2000 – Medalha de Ouro 2004 – Medalha de Bronze 2008 – 4º lugar 2012 – não participou 2016 – não participou 2020 – não participou 2024 – não participou
Campeonato Mundial
1952 – não competiu 1956 – não competiu 1960 – não competiu 1962 – não competiu 1967 – não competiu 1970 – 8º lugar 1974 – 7º lugar 1978 – Medalha de ouro 1982 – 5º lugar 1986 – Medalha de prata 1990 – 4º lugar 1994 – Medalha de ouro 1998 – Medalha de ouro 2002 – 5º lugar 2006 – 7º lugar 2010 – 12º lugar 2014 – 21º lugar 2018 – 22º lugar 2022 – não competiu 2025 — 23º lugar
Brasil e Cuba Na curta era de Inaldo Manta como técnico da seleção feminina, pode-se afirmar que o maior feito brasileiro foi o de ter chegado em 3° lugar no Goodwill Games de Seattle, em 1990. No ano anterior, a seleção, que havia sido agraciada com a volta de Isabel Salgado (esta havia jogado a temporada de 1988 pela Sadia, também dirigida por Manta), não conseguiu suplantar a seleção peruana no Sulamericano realizado em Curitiba. E na mais importante competição de 1990, o Mundial realizado na China, o Brasil não passou de um mero 7° lugar. Inaldo chegou a dar entrevistas afirmando que o Brasil era um dos candidatos ao título daquela competição…
Apesar de curta e pouco vitoriosa era, Inaldo deve ser lembrado como o técnico que promoveu grandes jogadoras da década de 90 da seleção brasileira, dentre elas Fernanda Venturini, Márcia Fu, Ana Moser, Ida e Ana Flávia. A perda de Inaldo Manta (ele cometeria suicídio no final de 1990) acabou sendo compensada com a chegada de Wadson Lima ao comando da seleção. Este não durou tanto tempo no cargo (foi o treinador das meninas entre 91 e 93), mas também deve ser lembrado. Dessa vez por dois fatos: por um lado, porque trouxe ao estrelato nomes como os de Ana Paula, Hilma e Leila (todas elas tinham sido vice-campeãs mundiais juvenis sob o comando de José Roberto Guimarães em 1991); por outro, porque foi durante seu comando que nasceu uma das mais acirradas rivalidades do voleibol feminino de toda a história: o tenso Brasil x Cuba.
O primeiro encontro entre brasileiras e cubanas em 1991 aconteceu na primeira fase dos Jogos Panamericanos de Havana, onde as cubanas venceram por 3 sets a 0 a equipe brasileira com parciais de 16/14, 15/05 e 15/10, Alguns dias depois, Cuba ficaria com a medalha de ouro dos Jogos, mas tomando um pequeno susto das brasileiras, que haviam vencido de forma dramática a rival seleção peruana na semifinal.
Porém, o maior susto tomado pelas comandadas de Eugenio George aconteceu na Copa do Mundo do Japão do mesmo ano. A seleção brasileira já estava classificada para os Jogos Olímpicos de Barcelona depois de consecutivas vitórias sobre a seleção peruana. A Copa do Mundo servia mais como um teste, uma fase de preparação para a competição vindoura. No Japão, a seleção já havia sofrido reveses contra os EUA e contra a China. As chances de classificação para a fase seguinte da competição dependiam de uma vitória sobre Cuba. E ela quase aconteceu. Se em Havana, as cubanas tomaram um pequeno susto contra a seleção de Wadson Lima, no Japão, as brasileiras demonstravam todo o potencial que tinham para integrarem definitivamente a elite do voleibol feminino mundial.
Categoria:Voleibol de Cuba C