Os Líderes Aliados da Segunda Guerra Mundial listados abaixo compreendem importantes figuras políticas e militares que lutaram ou apoiaram os Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Envolvidos numa guerra total, tiveram que se adaptar aos novos tipos de guerra moderna, nas frentes militar, psicológica e econômica.

Albânia Livre

Beligerante Líder Título(s) Mandato Notas 70x70pxAlbânia Livresemmoldura|162x162pxEnver Hoxhasemmoldura|50x50pxSecretário-geral1941–1985 Foi o líder do Partido do Trabalho da Albânia, que liderou o Movimento de Libertação Nacional Albanês numa luta na Albânia sob controle da Itália e da Alemanha.

Reino da Bélgica Beligerante Líder Título(s) Mandato Notas 70x70pxBélgica156x156pxLeopoldo IIIsemmoldura|61x61pxRei dos Belgas1934–1951 Reinou como Rei dos Belgas de 1934 a 1951. Antes da guerra, Leopoldo fez extensos preparativos contra tal invasão ao seu país. Após a rendição da Bélgica, Leopoldo ficou para enfrentar os invasores, enquanto todo o seu governo fugiu para a Grã-Bretanha, mas, embora rejeitasse a cooperação com os ocupantes alemães, também se recusou a resistir ativamente a muitas das suas políticas. Ele foi mantido em prisão domiciliar na Bélgica durante grande parte da guerra. Como a recusa em seguir as ordens do seu governo violava a Constituição, ele foi declarado "incapaz de governar" e a questão desencadeou uma crise política no pós-guerra.142x142pxHubert Pierlot65x65pxPrimeiro-ministro1939–1945 Foi primeiro-ministro da Bélgica de 1939 a 1945. Pierlot tornou-se o líder do governo durante a Guerra Falsa até a invasão alemã. Pierlot fugiu para a Grã-Bretanha, onde liderou o governo belga no exílio e presidiu a formação das forças belgas livres. Apesar da sua política conservadora, Pierlot denunciou a rendição de Leopoldo III e suspendeu oficialmente o seu reinado em 1940 invocando uma cláusula da Constituição Belga. O desacordo criou uma animosidade duradoura entre a facção realista na Bélgica e o governo exilado em Londres.173x173pxVictor van Strydonck de Burkelsemmoldura|50x50pxTenente-general–Foi um general do Exército Belga que comandou a 1ª Zona Militar durante a invasão da Bélgica. Após a rendição da Bélgica em 1940, tornou-se comandante das forças belgas na Grã-Bretanha e presidiu a formação das Forças Belgas Livres. Após a libertação da Bélgica, tornou-se Chefe da Missão Militar Belga no Quartel General Supremo das Forças Expedicionárias Aliadas.

Congo Belga BeligeranteLíderTítulo(s)MandatoNotas70x70pxCongo Belga169x169pxPierre Ryckmanssemmoldura|60x60pxGovernador-geral do Congo Belga1934–1946Foi governador-geral da principal colônia africana da Bélgica, o Congo Belga, durante a guerra. Junto com o Ministro das Colônias, Albert de Vleeschauwer, Ryckmans trouxe o Congo para a guerra do lado Aliado, em meio a preocupações de que a colônia pudesse seguir o exemplo de Leopoldo III na Bélgica e tentar permanecer neutra. Durante o período de mandato de Ryckmans, tropas congolesas foram enviadas para apoiar as forças britânicas na África Oriental e o Congo deu uma contribuição econômica substancial ao esforço de guerra Aliado.

Estados Unidos do Brasil (1942–1945) BeligeranteLíderTítulo(s)MandatoNotas 70x70pxBrasil181x181pxGetúlio Vargassemmoldura|50x50pxPresidente do Brasil1930–1945 Foi Presidente do Brasil por dois períodos, primeiro de 1930 a 1945. Entre 1937 e 1945 governou como ditador do regime do Estado Novo. Apesar dos fortes laços econômicos do Brasil com a Alemanha Nazista, Vargas ficou do lado dos Aliados após o afundamento de navios mercantes brasileiros por submarinos alemães e declarou guerra contra a Alemanha Nazista e a Itália Fascista em agosto de 1942. Vargas deu apoio econômico e militar (Força Expedicionária Brasileira) aos Aliados. 147x147pxMascarenhas de Morais60x60pxComandante da FEB– Mascarenhas comandou a Força Expedicionária Brasileira durante a Campanha da Itália. Chegou à Itália Fascista com as primeiras tropas brasileiras em 1944 e comandou as operações que levaram à até a rendição das forças do Eixo em 22 de abril de 1945. Após o fim da guerra, ele recebeu o posto de Marechal de Campo.175x175pxOlympio Falconière60x60pxComandante da FEB– Foi um marechal comandante do primeiro contingente de tropas brasileiras a chegar à Itália, a 6ª Equipe de Combate Regimental de Infantaria.semmoldura|143x143pxCordeiro de Farias60x60pxComandante da Artilharia Divisonária da FEB–Foi um marechal que em 1943, deixou a interventoria gaúcha para integrar-se na Força Expedicionária Brasileira (FEB). Em setembro de 1944, viajou para a Itália, onde participou da Campanha como comandante das unidades da Artilharia Divisionária da FEB.semmoldura|179x179pxEurico Gaspar Dutraborda|50x50pxMinistro da Guerra1936–1945Durante a Segunda Guerra Mundial, esteve entre os líderes militares que eram contra o alinhamento do país com os aliados e um maior envolvimento do país no conflito.Cytrynowicz, Roney "Guerra sem Guerra" EdUSP 2000, 2º parágrafo, pág. 34/Nota 21, pág. 379 visualização Google Livrossemmoldura|179x179pxHumberto Castelo Brancosemmoldura|104x104pxTenente-coronel–Foi chefe da 3a Seção (Operações) da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, permanecendo durante trezentos dias nos campos de batalha. Na FEB, planejou e implementou manobras militares nos combates na Itália, principalmente na Batalha de Monte Castello. Segundo o Marechal Cordeiro de Farias, Castello conquistou excepcional prestígio na FEB, por ser um grande estrategista e ter uma cabeça privilegiada. Com isso, acabou absorvendo funções que seriam do Chefe do Estado-Maior, Floriano de Lima Brayner. No entanto, era muito fechado e bastante sarcástico.CAMARGO, Aspásia, Diálogo com Cordeiro de Farias: Meio Século de Combate, Editora Biblioteca do Exército, 2001; páginas 282 e 283.semmoldura|150x150pxNero Mourasemmoldura|50x50pxComandante do 1º Grupo de Aviação de Caça–Durante a Segunda Guerra Mundial foi comandante do 1º Grupo de Aviação de Caça, tendo realizado 62 missões de guerra entre 4 de novembro de 1944 e 1 de maio de 1945.semmoldura|146x146pxAguinaldo Caiado de Castrosemmoldura|50x50pxComandante do 1.º BI Mec (Es)–Em setembro de 1944 integrou a Força Expedicionária Brasileira que combateu na Itália, comandando o 1º Batalhão de Infantaria Motorizado (Escola) mais conhecido como Regimento Sampaio na Batalha de Monte Castello.semmoldura|163x163pxJoaquim Pedro Salgado Filhoborda|50x50pxMinistro da Aeronáutica1941–1945Ajudou à criar o 1º Grupo de Aviação de Caça, sendo um grupo muito importante para a ação brasileira durante a guerra. Foi um dos criadores do Correio Aéreo Nacional e da Escola de Aeronáutica, que resultou na separação da Força Aérea Brasileira do Exército. Desempenhou papel importante nas negociações entre os governos do Brasil e EUA que acabaram levando o Brasil a ceder pontos de seu litoral como bases militares dos Aliados.semmoldura|180x180pxFloriano de Lima Brayner60x60px Chefe de Estado-Maior da Força Expedicionária Brasileira–Brayner chefiou o Estado-Maior da FEB a partir de janeiro de 1944, e foi portanto uma das mais altas autoridades entre os oficiais brasileiros integrantes da Força. Não obstante, em diversos momentos demonstrou graves desentendimentos em relação a como eram utilizados os combatentes brasileiros.

Império Britânico e Commonwealth