direita|250px|thumb|Bandeira de ministro de Portugal. thumb|Joaquim Miranda Sarmento, atual ministro de Estado e das Finanças. Esta é uma lista de ministros das Finanças de Portugal, bem como dos seus antecessores, os ministros da Fazenda, entre o início do Governo de D. Miguel I, a 26 de fevereiro de 1828, e a atualidade. A lista cobre o Miguelismo (1828–1834), a Monarquia Constitucional (1830–1910), a Primeira República (1910–1926), o período ditatorial da Ditadura Militar, Ditadura Nacional e Estado Novo (1926–1974) e o atual período democrático (1974–atualidade).

Designação Entre 1828 e o presente, o atual cargo de ministro das Finanças teve as seguintes designações: Ministro e secretário de Estado dos Negócios da Fazenda ou, mais tarde, ministro dos Negócios da Fazenda ou apenas ministro da Fazenda — designação usada entre 26 de fevereiro de 1828 e 5 de outubro de 1910; Ministro da Fazenda — designação usada entre 5 e 12 de outubro de 1910; Ministro das Finanças — designação usada entre 12 de outubro de 1910 e 15 de maio de 1918; Secretário de Estado das Finanças — designação usada entre 15 de maio de 1918 e 16 de dezembro de 1918; Ministro das Finanças — designação novamente usada entre 16 de dezembro de 1918 e 15 de março de 1974; Ministro das Finanças e da Coordenação Económica — designação usada entre 15 de março e 25 de abril de 1974; Ministro da Coordenação Económica — designação usada entre 16 de maio e 17 de julho de 1974; Ministro das Finanças — designação novamente usada entre 17 de julho de 1974 e 30 de janeiro de 1978; Ministro das Finanças e do Plano — designação usada entre 30 de janeiro de 1978 e 1 de agosto de 1979; Ministro das Finanças — designação novamente usada entre 1 de agosto de 1979 e 3 de janeiro de 1980: Ministro das Finanças e do Plano — designação novamente usada entre 3 de janeiro de 1980 e 4 de setembro de 1981; Ministro de Estado e das Finanças e do Plano — designação usada entre 4 de setembro de 1981 e 9 de junho de 1983; Ministro das Finanças e do Plano — designação novamente usada entre 9 de junho de 1983 e 6 de novembro de 1985; Ministro das Finanças — designação novamente usada entre 6 de novembro de 1985 e 6 de abril de 2002; Ministro de Estado e das Finanças — designação usada entre 6 de abril de 2002 e 17 de julho de 2004; Ministro das Finanças e da Administração Pública — designação usada entre 17 de julho de 2004 e 12 de março de 2005; Ministro de Estado e das Finanças — designação novamente usada entre 12 de março de 2005 e 26 de novembro de 2015; Ministro das Finanças — designação novamente usada entre 26 de novembro de 2015 e desde 26 de outubro de 2019; Ministro de Estado e das Finanças — designação usada entre 26 de outubro de 2019 e 30 de março de 2022; Ministro das Finanças — designação usada entre 30 de março de 2022 e 2 de abril de 2024; Ministro de Estado e das Finanças — designação usada desde 2 de abril de 2024.

Numeração Para efeitos de contagem, regra geral, não contam os ministros interinos em substituição de um ministro vivo e em funções. Já nos casos em que o cargo é ocupado interinamente, mas não havendo um ministro efetivamente em funções, o ministro interino conta para a numeração. Os casos em que o ministro não chega a tomar posse não são contabilizados. Os períodos em que o cargo foi ocupado por órgãos coletivos também não contam na numeração desta lista.

São contabilizados os períodos em que o ministro esteve no cargo ininterruptamente, não contando se este serve mais do que um mandato, e não contando ministros provisórios durante os respetivos mandatos. Ministros que sirvam em períodos distintos são, obviamente, distinguidos numericamente. No caso de António Maria da Silva, cujo mandato é interrompido pelo do não empossado Francisco Fernandes Costa, sendo reconduzido no cargo no próprio dia, conta apenas como uma passagem pelo ministério.

A contagem dos ministros do Miguelismo é feita separadamente devido à coexistência com os ministros da Regência na Ilha Terceira.

Lista Legenda de coresNa atribuição das cores tenta-se, neste anexo, respeitar as cores predominantes na simbologia dos partidos políticos do pós-25 de abril, bem como da União Nacional/Ação Nacional Popular e do Partido Republicano Português nos regimes anteriores. Para os restantes partidos, organizações e correntes políticas da Monarquia Constitucional e da Primeira República opta-se por apresentar os considerados do espectro mais conservador em tons de azul, e os do espectro mais liberal em tons quentes (vermelhos, laranjas, rosas). Em caso de governos de fusão de conservadores e liberais, opta-se pelos tons de roxo.(para partidos e correntes políticas)