O Instituto Futuros – até 2025 denominado Oi Futuro– é uma organização de inovação e criatividade para impacto social , que desenvolve programas, projetos, editais e formações nas áreas de Educação, Cultura e fomento à Economia Criativa. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, o instituto desenvolve, impulsiona e conecta ideias e ações que influenciam futuros mais humanos, sustentáveis e democráticos por meio da arte, cultura, educação e tecnologia.
Áreas de atuação Educação
Na área de Educação, o instituto investe em novas formas de aprender e ensinar por meio do programa NAVE – Núcleo Avançado em Educação, que já impactou mais de 4 mil alunos e foi reconhecido como uma escola inovadora. Desenvolvido em parceria com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e de Pernambuco, o programa opera em unidades no Rio de Janeiro e Recife, na modalidade de Ensino Médio Integrado ao Profissional, com foco nas economias criativa e digital.
O instituto também é gestor da plataforma Órbita, que tem o propósito de oferecer formações gratuitas para profissionais que trabalham com Educação em todas as redes de ensino do país. Os cursos remotos e autoinstrucionais oferecidos dialogam com os desafios do nosso tempo e apoiam caminhos em torno do pleno desenvolvimento dos estudantes.
Em 2013, a escola foi considerada uma das mais inovadoras do mundo, quando integrou o grupo "Microsoft Schools World Tour". O programa também produz conteúdos para educadores, entre eles a publicação digital “E-NAVE - Guia de Práticas Pedagógicas Inovadoras”, que teve edições lançadas em 2018 e 2019.
Cultura
No segmento da Cultura, o instituto gerencia o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia (antigo Centro Cultural Oi Futuro), no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea, ciência, tecnologia e memória. O centro cultural conta com galerias de arte, teatro multiuso e o Musehum - Museu das Comunicações e Humanidades, que exibe parte do maior acervo da história das comunicações no país e oferece experiências interativas sobre o impacto das tecnologias nas relações humanas.
Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo instituto, que beneficiaram milhões de espectadores.
Em 2025, o Musehum passou a desenvolver o projeto “Preservação e difusão da história e do futuro das tecnologias de comunicação no Brasil: do século XX à inteligência artificial”, com apoio da Finep, por meio da chamada pública MCTI/FINEP/FNDCT/IDENTIDADE BRASIL – Recuperação e Preservação de Acervos 2024. O projeto marca um novo passo na valorização da memória das tecnologias de comunicação e na integração entre história e inovação digital.
O Instituto Futuros também atua no fomento e desenvolvimento do ecossistema da Economia Criativa, promovendo ciclos de aceleração de iniciativas que têm a transformação social como propósito principal.
Em 2025, foi criado o Edital Caminhos Criativos, que amplia o apoio a empreendedores e educadores das indústrias criativas, fortalecendo a relação entre cultura, educação e desenvolvimento territorial. O programa acontecerá até o final do primeiro semestre de 2026 e contará com 30 iniciativas aceleradas.
Durante os anos de 2017 e 2021, o instituto manteve o Lab Oi Futuro, laboratório de experimentação sonora e musical, localizado na unidade do Rio de Janeiro. O Labora foi o hub de projetos como o Labsonica e Labora, e recebeu capacitações de editais como o Impulso, feito em parceria com o Insituto Ekloos, e que teve cinco edições entre 2017 e 2022, além do MOVE_MT, em parceria com Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
MUSEHUM (Museu das Comunicações e Humanidades) Localizado no sexto nível do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, o Musehum (Museu das Comunicações e Humanidades) aborda a história das comunicações a partir das relações humanas. Um espaço onde passado, presente e futuro se encontram para pensar as transformações culturais, sociais e tecnológicas que atravessam o nosso dia a dia.
Em um tempo marcado por transformações aceleradas, o Musehum coloca a experiência humana no centro das discussões sobre inovação, conectando arte, cultura, ciência, tecnologia e sociedade por meio de exposições e experiências. O convite é para despertar a curiosidade e imaginar outros futuros possíveis.
Atrações Com um acervo de mais de 130 mil peças , o museu tem cerca de 450 itens em exposição permanente e oferece entrada gratuita. O espaço é reconhecido por suas experiências únicas e imersivas, com atrações interativas customizáveis e acesso a novas tecnologias. O Musehum busca colocar o visitante no centro da experiência, para contemplá-lo como parte integrante do repertório, e centra a narrativa nas relações humanas, entendendo que para falar de da evolução tecnológica é preciso tratar da troca de conhecimentos e abordar o impacto da expansão da conectividade na sociedade .
Desde junho de 2020, em meio ao isolamento social adotado contra a pandemia do novo coronavírus, o instituto conta também com uma plataforma digital de exposição. O Acervo Online Musehum expõe mais de 3.800 itens inéditos da coleção , entre fotografias históricas, objetos e documentos. O portal foi criado para ampliar o acesso ao acervo, preservar a memória, abrir novas formas de interação com o público e provocar novas experiências, com trilhas digitais de visitação.
O museu oferece ainda um tour virtual imersivo, com tecnologia de fotografia 360º . A ferramenta também gratuita foi lançada em agosto de 2020 e permite ao público explorar o espaço, o acervo exposto e parte de suas atrações.
Linha do tempo 1981 – O Museu do Telephone é inaugurado no prédio centenário da Rua Dois de Dezembro, no Rio de Janeiro.
2001 – Criação do Instituto Telemar, que mais tarde se tornaria o Instituto Oi Futuro.
2003 – Inauguração da unidade piloto da “Oi Kabum!”, escola de arte e tecnologia para jovens de comunidades populares no Rio de Janeiro.
2004 – Lançamento do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados.
2005 – Abertura do Centro Cultural Oi Futuro no mesmo prédio onde funcionava o Museu do Telephone.
2006 – Inauguração do Núcleo Avançado em Educação - NAVE, em Recife, em parceria com a Secretaria de Educação de Pernambuco
2007 – Como evolução do antigo Museu do Telefone, é aberto ao público o Museu das Telecomunicações no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
2008 – NAVE-Rio é inaugurado, uma parceria público-privada com a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.
2017 – Criação do Labora e do LabSonica
2020 – O Museu passa a se chamar Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades.
2022 – Lançamento do programa MOVE_MT em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT)
2023 – O Centro Cultural Oi Futuro passa a se chamar Futuros – Arte e Tecnologia.
2024 – Apresentação do novo plano museológico do Musehum com quatro eixos temáticos.
2025 – Lançamento do Edital Caminhos Criativos em parceria com a SECEC RJ
2025 – Parceria com a Finep para preservação e difusão do acervo do MUSEHUM.
2025 – O Oi Futuro adota a nova identidade e nomeia‑se oficialmente Instituto Futuros, ampliando a rede de patrocinadores.
2026 – Em 2026, o centro cultural passou a se chamar Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, em razão da chegada da Petrobras como nova patrocinadora do espaço.
Referências
Categoria:Oi
Categoria:Instituto Futuros