As eleições gerais mexicanas de 2006 foram realizadas em 2 de julho de 2006, com o propósito de eleger o Presidente da República sucessor de Vicente Fox e os 628 membros do Congresso da União. Além disso, foram realizadas eleições regionais em nove estados do país.

O vencedor da eleição presidencial foi Felipe Calderón com 35,86% dos votos, uma margem de 0,64% de diferença do segundo colocado, López Obrador. Calderón é do Partido da Ação Nacional (PAN), que já exercia a Presidência com Vicente Fox desde 2000. O Partido da Revolução Democrática (PRD) não reconheceu o resultado das eleições, desencadeando uma série de acusações conhecidas como "Controvérsias e Irregularidades das eleições de 2006".

Eleição presidencial Participaram oito partidos políticos, dos quais cinco se agruparam em duas diferentes coalizões. Os candidatos foram: Candidato Origem Partido/Aliança Felipe Calderón Hinojosa Michoacán Partido da Ação Nacional (PAN) Andrés Manuel López Obrador Tabasco Coalização para o Bem de Todos (PRD, PT, Convergencia) Roberto Madrazo Pintado Tabasco Aliança pelo México (PRI, PVEM) Patricia Mercado Castro Sonora Partido Alternativo Social Democrata e Camponês Roberto Campa Cifrián Distrito Federal Nova Aliança

Em 6 de julho, Felipe Calderón foi anunciado como vencedor da disputa presidencial. Dirigentes do Partido da Revolução Democrática (PRD) solicitaram a anulação da eleição, citando supostas irregularidades encontradas no processo eleitoral. Após estudar o caso, em 5 de setembro, o Tribunal Federal Eleitoral validou o resultado das eleições, declarando Felipe Calderón como Presidente-eleito do México, até a data de sua posse.

Resultados

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