Luís Augusto de Sampaio Forjaz de Ricaldes Trigueiros (Lisboa, 15 de abril de 1915 – Lisboa, 16 de setembro de 2000) foi um jornalista, ficcionista, ensaísta e crítico literário e teatral.Família Trigueiros.
Biografia Luís Augusto de Sampaio Forjaz de Ricaldes Trigueiros nasceu e morreu em Lisboa. Estreou-se na ficção em 1936, com Caminho Sem Luz, que obteve o Prémio Fialho de Almeida, e na actividade jornalística em 1931, no Notícias de Alcobaça. Colaborou, entre outros, no Bandarra, de que foi um dos fundadores, no Diário Popular, desde a fundação, em 1943, tendo sido seu director de 1946 a 1953, e no Diário de Notícias (1954–1974). Foi membro do Conselho Fiscal da Editora Bertrand de 1948 a 1951, data em que passou a administrador (até 1974) e director da Editora Nova Fronteira (Rio de Janeiro, 1975–1978). Dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e foi agraciado com diversas condecorações.BNP Coleções: «Trigueiros, Luís Forjaz, 1915-2000».
Era filho do destacado jornalista e escritor Luís Dantas Ricaldes da Silva Rodrigues Trigueiros e da sua 3.ª mulher D. Maria Augusta Álvares Pereira Forjaz de Sampaio (n. 1888), escritora, nascida a 20-VI-1888 na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, filha de Augusto Eugénio Duarte Pereira Forjaz de Sampaio (1864–1922), nascido a 29-XII-1864 em Oeiras, falecido a 15-XI-1922 em Lisboa, fidalgo cavaleiro da Casa Real (1902), cavaleiro da Ordem de Nª. Sra. da Conceição (1901), escritor e funcionário público.RODRIGUES TRIGUEIROS & FORJAZ TRIGUEIROS (Lisboa, 1824), por João Trigueiros, Família TRIGUEIROS, 2012-06-13
Estreou-se na ficção em 1936, com Caminho Sem LuzCf. o registo de Caminho sem Luz no Catálogo Geral da Biblioteca Nacional de Portugal., que obteve o prémio Fialho de Almeida, e, na actividade jornalística, em 1931, no Notícias de Alcobaça.
Colaborou, entre outros, na Tempo Presente, revista portuguesa de culturaRevistas Políticas no Estado Novo: uma primeira aproximação histórica ao problema*, Álvaro Costa de Matos, Media & Jornalismo, (9) 2006, pág. 47 e na Atlântico: revista luso-brasileira, no Bandarra, de que foi um dos fundadores, no Diário Popular, desde a sua fundação, em 1943, tendo sido seu director de 1946 a 1953, e no Diário de Notícias (1954-1974)TRIGUEIROS, Luís Forjaz, 1915-2000, BNP Esp. N36, Biblioteca Nacional de Portugal. Actualizado a 16.05.2007.
Foi membro do Conselho Fiscal da Editora Bertrand de 1948 a 1951, data em que passou a administrador (até 1974) e director da Editora Nova Fronteira (Rio de Janeiro, 1975-1978)
Sucessivamente membro do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração da TAP
Dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Quando membro da Academia das Ciências de Lisboa publicou cerca de 20 obras
Homenagens Grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (30 de junho de 1971) Cavaleiro da Legião de Honra Oficial da Ordem O Sol do Perú Comendador da Ordem de Leopoldo Oficial do Cruzeiro do Sul no Brasil
Obras Entre muitas outras, é autor das seguintes obras: Caminho sem luz (1936), contos Capital do espírito (1939), ensaios Ainda Há Estrelas no céu (1942), contos Pátio das Comédias (1947), crítica teatral Perspectivas (1961), ensaios Ventos e marés (1967), crónicas Novas Perspectivas (1969), ensaios Monólogo em Éfeso (1972), crónicas O Carro do Feno (1974), Contos e NovelasCf., para o conjunto das obras do autor, o registo do Catálogo Geral da Biblioteca Nacional de Portugal.
Ligações externas Biografia
Categoria:Ensaístas de Portugal Categoria:Jornalistas de Portugal Categoria:Professores da Universidade de Lisboa Categoria:Correspondentes da Academia Brasileira de Letras Categoria:Correspondentes da Academia das Ciências de Lisboa Categoria:Cavaleiros da Ordem Nacional da Legião de Honra Categoria:Oficiais da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul Categoria:Comendadores da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada Categoria:Mortos em 2000