A libertação popular chinesa do Tibete em 1950 no Tibete, ou também Batalha de Chamdo (), oficialmente na China como Libertação de Chamdo (),Chinese Reds Promise The 'Liberation' of TibetThe Exiled Tibetan Government in India calls it the "invasion of Tibet by the People's Liberation Army of China," see Tibet: Proving Truth From Facts. The Status of Tibet : "At the time of its invasion by troops of the People's Liberation Army of China in 1949, Tibet was an independent state in fact and at law." foi uma campanha militar por parte da República Popular da China contra o de facto independente Tibete em Chamdo depois de meses de negociações fracassadas. Shakya 1999 pp.28–32 O objetivo da campanha era capturar o exército tibetano em Chamdo, desmoralizar o governo de Lhasa, e exercer, assim, pressão suficiente para obter dos representantes tibetanos a concordância em participar de negociações em Pequim e assinar os termos reconhecendo a soberania chinesa sobre o Tibete. A campanha resultou na captura de Chamdo e novas negociações entre a República Popular da China e os representantes tibetanos, o que conduziria a anexação do Tibete pela República Popular da China.
O regime comunista chinês liderado por Mao Tse Tung interveio no Tibete em 1950 sob pretexto de "libertar o país do imperialismo inglês", quarenta mil soldados chineses entraram em outubro do mesmo ano em Lhassa, capital histórica tibetana, e em 1951 o país ficou sob controle total da China.
Este ataque marcou o início da campanha de Pequim para integrar o Tibete na República Popular da China. O governo chinês chama essa operação de "libertação pacífica do Tibete" Peaceful Liberation of Tibet, e um Acordo de Dezessete Pontos para a Libertação Pacífica do Tibete foi assinado pelos representantes do XIV Dalai Lama, Tenzin Gyatso e o Governo da China, que declarou sua soberania sobre a região. No entanto, o episódio é chamado de "invasão do Tibete" pelo governo tibetano no exílio, , o Congresso americano, os analistas militares, as fontes da mídia, e várias ONGs, como a Comissão Internacional de Juristas, que presumem que o Tibete não teve outra escolha a não ser assinar o acordo em 17 pontos, que foi denunciado pelo Dalai Lama no exílio em 1959.
Ver também Anexação do Tibete pela República Popular da China Expedição chinesa ao Tibete (1910) Invasão britânica do Tibete (1903-1904) Protestos e dissidência na China Tibete (1912–1951)
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