Lashon Hará (em hebraico לשון הרע) é um termo judaico para fofoca, calúnia ou até mesmo difamação para com alguma pessoa, seja um judeu ou não. "Lashon" significa língua e "Hará" significa o mal, então, em uma tradução livre poderia significar "língua má".

Especificação Talmud diz que falar bem de alguém como uma forma de Lashon Hará. Falar dos outros pode esconder resquícios de inveja, amargura ou até mesmo mau olhado. Devemos falar de assuntos edificantes, e não da vida dos outros.

Israel Meir Kogan, rabino da primeira metade do século XX, escreveu um livro intitulado "Shmirat Halashon" (versão em português: "Cuidados com a língua"), onde ele especifica em que casos podemos falar de alguém.

Punição Maimônides, em seu comentário sobre Pirkei Avot (Ética dos Pais) condena o Lashon Hará como qualquer outro ato que venha a quebrar uma lei da halachá, a lei judaica.

Segundo os Sábios do Talmud, falar Lashon Hará equivale cometer ao mesmo tempo os três piores crimes descritos pela Torá: matar, praticar idolatria e relações incestuosas.

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