O Capitão Felipe Neri Teixeira, também chamado de Filipe Neri Teixeira e Filippe Nery Teixeira (Carrancas, MG, em 1 de maio de 1754 — Vila de Porto Feliz, SP, em setembro de 1812) foi um militar e juiz com atuação em Campinas, São Paulo.

Foi batizado naquela cidade em 16 de maio de 1754. Casou-se com em Araritaguaba (Porto Feliz), no ano de 1792, com Maria Isabel de Camargo, também referida em alguns documentos como Maria Leite de Camargo.

Ele era neto do Cap. Mor Tomé Rodrigues Nogueira do Ó e 6º filho de Angela Isabel Nogueira do Prado com o Cap. Domingos Teixeira Villela.

O capitão Felipe Neri Teixeira mudou-se para Campinas em 1792 tendo construído uma ampla rede de solidariedade por meio do compadrio, tendo batizado 43 crianças e participando como testemunha de 16 casamentos.

Em Campinas Mudou-se para Campinas em 1792, onde alugou casa nas vizinhanças da atual Matriz do Carmo. Dentre os irmãos de Felipe Neri estão o sargento Joaquim José Teixeira Noqueira, Frei Antonio de Pádua Teixeira, primeiro vigário da freguesia das Campinas e o padre José Teixeira Vilela, vigário da Matriz velha.

Em 1796, Felipe Nery Teixeira e seu irmão Joaquim Teixeira Nogueira receberam por meio de doação a sesmaria chamada de Sítio do Quilombo, que era uma sesmaria localizada em Campinas, que mais tarde formou o município de Americana, São Paulo. Anos depois, Felipe Nery tornou-se o único proprietário e estudos indicam que ele possuía, em sua propriedade, 39 pessoas escravizadas.

Em 18 de novembro de 1798, Felipe Neri foi nomeado pela Câmara de Vereadores de Campinas, sargento-mor da Vila, cargo de influência militar e só subordinado ao de capitão-mor.

Entre 1800 e 1803 foi juiz ordinário.

Foi eleito Administrador da construção da Catedral de Campinas, cujas obras iniciaram em 1809.

Em 1945, por meio do Decreto-lei n. 311 de 13-11-1945, Felipe Neri Teixeira é homenageado com nome de rua.

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