thumb|Antenas do projeto ALMA|279x279px O Atacama Large Millimeter Array (ALMA) é um rádio-observatório constituído por um conjunto de 66 antenas, das quais 54 com 12 metros de diâmetro e as demais com 7 metros de diâmetro.

História Sua construção começou em 2003 e as observações científicas tiveram início em 2011. ALMA está localizado a uma altitude de 5 000 metros, na Zona de Chajnantor, a leste da vila de San Pedro de Atacama, no Chile - um dos maiores sítios de observação astronômica do mundo. Foi inaugurado no dia 13 de março de 2013. Megaobservatório é inaugurado a 5 mil metros de altitude nos Andes Orçado em um bilhão de euros, ele faz parte de uma parceria entre países da Europa, da Ásia Oriental e da América do Norte em cooperação com a República do Chile. O Observatório Europeu do Sul é o parceiro europeu no projeto ALMA.ESO, the European Southern Observatory (18/01/2012 23h48), http://www.eso.org/public/about-eso/esoglance.html

Características A sensibilidade do conjunto de antenas torna possível a observação de galáxias muito distantes. Espera-se para outubro de 2015 observações com as 66 antenas em pleno funcionamento.Radiotelescópio ALMA instala 66ª antena e tem recorde de pedidos de uso (17/06/2014 20h39),

O ALMA observa o universo em comprimentos de onda milimétricos e submilimétricos, radiação que fica entre o infravermelho e as ondas de rádio. Como essa radiação é fortemente absorvida pelo vapor de água na atmosfera terrestre, o observatório precisou ser construído em um ambiente extremamente seco e elevado: o planalto de Chajnantor, a 5.000 metros de altitude no Deserto do Atacama.

Resultados científicos

Em 11 de agosto de 2014, os astrônomos liberado estudos, utilizando o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), pela primeira vez, que detalhou a distribuição de HCN, HNCO sufixo 'ylidyne' refere-se à perda de três átomos de hidrogênio a partir do átomo de nitrogênio em amónio (NH4+) See theVeja Table III, "Suffixes and endings", p. 257., H2CO e poeira no interior do cauda de cometas C/2012 F6 (Lemmon) e C/2012 S1(ISON).

Ainda em 2014, o ALMA divulgou uma imagem do disco protoplanetário ao redor da jovem estrela (HL Tauri). A imagem revelou uma série de anéis concêntricos separados por lacunas escuras, fornecendo a prova visual mais clara e detalhada até então de que planetas já estavam em processo ativo de formação no disco de poeira e gás, sugerindo uma oposição à teorias que afirmam que o processo levaria muito mais tempo.

O observatório também foi fundamental para o Event Horizon Telescope (EHT). Devido à sua alta sensibilidade, o ALMA funcionou como um dos principais elementos da rede global de radiotelescópios que capturou, em 2019, a primeira imagem de um buraco negro supermassivo, localizado no centro da galáxia M87.

Ligações externas

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