é um grupo de ilhas que faz fronteira com a América do Sul continental, localizado nas Índias Ocidentais. Santa Lúcia situa-se ao norte da região, Barbados a leste, Trinidad e Tobago no extremo sul e Aruba no extremo oeste.
Geografia física da região O Caribe Meridional é limitado pelo mar do Caribe ao norte e oeste, pelo oceano Atlântico a leste e pelo golfo de Paria ao sul. A maioria das ilhas integra as Ilhas de Barlavento e nas Antilhas de Sotavento.
Do ponto de vista geológico, as ilhas são consideradas um subcontinente da América do Norte, embora a maior parte delas esteja situada sobre a placa continental sul-americana. Todas as ilhas do Caribe Meridional são de pequena dimensão e de origem vulcânica ou compostas de recifes de coral calcário, formadas ao longo da crista entre as placas tectônicas do Caribe e da América do Sul.
Grande parte das ilhas é coberta por florestas tropicais e áreas pantanosas; as mais densas estão encontram-se em Granada, Santa Lúcia e Tobago. Em várias várias outras ilhas, entretanto, as florestas tropicais reduziram-se significativamente no último século devido ao desmatamento.
Por sua proximidade com o Equador, o Caribe Meridional possui clima tropical durante todo o ano. Ilhas como Aruba e Barbados sofrem ocasionalmente com secas, enquanto Granada apresenta alta pluviosidade. A estação seca em Aruba e Barbados pode ocorrer mesmo quando há chuvas regulares em Granada.
Países País Capital População Aruba Oranjestad Barbados Bridgetown Bonaire Kralendijk Curaçau Willemstad Granada São Jorge Santa Lúcia Castries São Vicente e Granadinas Kingstown Trindade e Tobago Porto de Espanha Trinidad and Tobago 2011 Population and Housing Census Demographic Report Associados:
Colômbia Guiana Venezuela
História A região foi habitada por cerca de 7 mil anos pelos Aruaques, Caribes, Taínos e seus ancestrais, que chegaram ao Caribe Meridional em canoas oriundas da América do Sul (sobretudo da atual Venezuela). No final do século XV e início do século XVI, exploradores e colonizadores europeus chegaram às ilhas. A população indígena foi praticamente exterminada por diversos fatores: doenças trazidas pelos europeus, às quais não possuíam imunidade; guerras; escravidão; e a exaustão dos recursos naturais dos quais dependiam. Posteriormente, os países europeus incorporaram as ilhas caribenhas a seus impérios, com disputas frequentes entre Grã-Bretanha, França, Holanda, Portugal e Espanha:
A Grã-Bretanha reivindicou: Trinidad e Tobago, Granada, Barbados, São Vicente e Granadinas e Santa Lúcia. A França reivindicou: Santa Lúcia, Granada, São Vicente e Granadinas e Trinidad e Tobago (por um breve período). Os Países Baixos reivindicaram: Aruba, Bonaire e Curaçau. Portugal reivindicou: Barbados. A Espanha reivindicou: Trindade e Tobago e Granada (por um breve período).
Com o tempo, todas as ilhas da região — exceto as colônias holandesas de Aruba e das Antilhas Neerlandesas — foram ocupadas pelos britânicos, que consolidaram seu domínio a partir do século XVIII. A maioria das ilhas declarou independência na década de 1960. As ilhas do Caribe Neerlandês permanecem integradas ao Reino dos Países Baixos e nenhuma delas alcançou independência plena. Trinidad e Tobago foi o primeiro país do Caribe Meridional a tornar-se independente, em 1962, seguido por Barbados em 1966. Entre 1958 e 1962, todas as ilhas da região, com exceção das Antilhas Neerlandesas, fizeram parte da Federação das Índias Ocidentais.
Ver também Ilhas ABC Caribe sul-americano Pequenas Antilhas
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