Nelson Trad (Aquidauana, 30 de outubro de 1930 — Campo Grande, 7 de dezembro de 2011) foi um advogado e político brasileiro. Exerceu o cargo de deputado federal eleito pelo estado do Mato Grosso do Sul.Biografia - Em 15 de junho de 2009.

Biografia Filho de Assaf Trad e Margarida Maksoud, imigrantes libaneses. Casou-se com Therezinha Mandetta e teve cinco filhos: Fátima, Maria Thereza, Marquinhos (ex-prefeito de Campo Grande), Fábio (ex-deputado federal) e Nelsinho (senador por Mato Grosso do Sul e ex-prefeito de Campo Grande), sendo os três últimos também políticos.

Cursou advocacia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) entre 1953 e 1957. Foi presidente do Conselho Penitenciário do Estado do Mato Grosso do Sul e do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de Futebol.

Em 2006, foi relator no processo do conselho de ética da Câmara e recomendou a cassação do mandato do deputado Roberto Brant (PFL-MG).

Como representante legal da empresa "O Bisturi- Equipamentos Médico-Hospitalares Ltda." foi condenado, por cobrança de materiais faturados e não entregues ao Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social. Além do pagamento de débito, a empresa teve suas contas julgadas irregulares.Projeto Excelências - Em 28 de novembro de 2009.

Nelson Trad foi alvo de ação popular que questiona o pagamento, pelo do extinto Fundo Estadual de Aposentadoria do Parlamentar de Mato Grosso do Sul, de pensões a quatorze pessoas, as quais recebiam, simultaneamente, o benefício e o salário.

Votou pela recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - CPMF, com o nome de Contribuição Social para a Saúde - CSS. Na ocasião, por apenas três votos, o imposto que inicialmente era provisório, foi mantido.Saiba quem votou a favor da recriação da CPMF - Em 15 de junho de 2009.

Votou contra a suspensão da CPI do apagão aéreo em 2007.Confira como foi a votação sobre a CPI do Apagão Aéreo - Em 15 de junho de 2009.

Votou pelo fim do voto secreto no legislativo.Confira como votou cada parlamentar na sessão sobre o voto secreto - Em 15 de junho de 2009.

Faleceu aos 81 anos em Campo Grande (MS) devido a problemas cardíacos.

Polêmica

Em 9 de junho de 2010, agrediu a repórter Monica Iozzi e o operador de câmera do programa CQC, da Band, após assinar sem olhar um abaixo-assinado que propunha a inclusão de 1 litro de cachaça no programa Bolsa Família. O programa foi ao ar em 14 de junho. Depois do incidente, o deputado abriu uma investigação e acusou a equipe de reportagem de agredi-lo o qual fora desmentido por um vídeo exibido na integra pela TV Bandeirantes.http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_publicacao=33388&cod_canal=1 O deputado apoiou uma lei para impedir o trabalho da imprensa no Congresso.

Referências

12 http://www2.camara.gov.br/deputados/pesquisa/layouts_deputados_biografia?pk=98104 Categoria:Deputados federais do Brasil por Mato Grosso do Sul Categoria:Naturais de Aquidauana Categoria:Brasileiros de ascendência libanesa Categoria:Mortos em 2011 Categoria:Família Trad Categoria:Secretários estaduais de Mato Grosso do Sul Categoria:Vice-prefeitos de Mato Grosso do Sul Categoria:Membros do Movimento Democrático Brasileiro (1980) Categoria:Membros do Partido Trabalhista Brasileiro (1945) Categoria:Membros do Partido Democrático Social Categoria:Membros do Partido Trabalhista Brasileiro (1979)