A Cor do Som - Ao vivo no Montreux International Jazz Festival é o segundo álbum musical do grupo A Cor do Som. Lançado em 1978, o álbum traz a gravação do primeiro show de um grupo brasileiro na história deste tradicional festival de jazzcollectorsroom.com.br/ A antológica passagem da Cor do Som pelo festival de Montreuxtvbrasil.ebc.com.br/ A Cor do Som atende fãs e lança novo álbum instrumental. A banda entrou no line-up do evento após ser convidada pelo seu idelizador, Claude Nobs, que os conheceu numa festa promovida pela gravadora Warnerotempo.com.br/ A Cor do Som, com formação clássica, celebra 40 anos no Palácio das Artes.
Com um virtuosismo exacerbado, o grupo apresentou material quase todo inédito. Uma característica que destaca este disco do anterior é o maior uso de instrumentos elétricos e sintetizadores, como na versão de "Espírito Infantil".
Apesar da qualidade musical estupenda e da grande criatividade da banda, o disco, assim como seu antecessor, teve vendas baixíssimas, levando a gravadora WEA a pressionar os integrantes do grupo para que passassem a apresentar, além das peças instrumentais habituais, números cantados. Esta fórmula foi adotada, com alguma relutância, no álbum seguinte, "Frutificar", e revelou-se extraordinariamente bem-sucedida, fazendo o conjunto alcançar grande sucesso comercial no final da década de 1970 e nos anos 1980. Ainda sim, Ao Vivo Em Montreux é considerado por muitos críticos um dos discos pós-tropicalistas mais importantes do Brasil e da banda.
Repertório
Créditos Musicais Armandinho - guitarra, Guitarra baiana Dadi - Baixo elétrico Mú Carvalho - Teclados e Sintetizadores Gustavo Schroeter - Baterias André Maceda - percussão Ary Dias - percussão
Ligações externas Página do álbum no Instituto Memória Musical Brasileira Página do álbum no Allmusic.com
Categoria:Álbuns de 1978 Categoria:Festival de Jazz de Montreux Categoria:Álbuns de A Cor do Som