200px|thumb|Panorâmica da cidade vista da Capela do Calvário.

thumb|200px|Museu da Cortiça.

thumb|200px|Muralha junto à Rua da Figueira.

thumb|200px|Porta de Alegrete, século XIII.

thumb|200px|Muralha junto à Rua dos Muros de Baixo; ao fundo situava-se a Porta do Postigo.

thumb|200px|Sé Catedral de Portalegre.

thumb|200px|Sé Catedral de Portalegre.

thumb|200px|Capela do Calvário.

thumb|200px|A Igreja do Bonfim.

thumb|200px|Sede da Câmara Municipal de Portalegre; antigo convento e colégio da Companhia de Jesus.

thumb|200px|Palácio Amarelo e campanários da Sé. Este é um anexo do artigo sobre os Monumentos e pontos de maior interesse o visitante do município de Portalegre

Ver também: Património edificado em Portalegre Monumentos nacionais no distrito de Portalegre

Museus Museu Municipal de Portalegre Casa Museu José Régio Museu da Tapeçaria de Portalegre Guy Fino Museu da Cortiça Núcleo Museológico do Castelo

Castelos Castelo de Portalegre Torre do Atalaião, também conhecido como Castelo da Atalaia Castelo de Alegrete

Portas da antiga muralha No passado existiam 7 portas (alguns estudiosos falam em 8), das quais só subsistem 5:

Porta do Crato, mais conhecida por Arco do Bispo Poterna, ou Porta Falsa, situada ao fundo da Rua da Figueira Porta da Devesa ou do Espírito Santo, no cimo da Rua 5 de Outubro Porta do Postigo, junto ao castelo, originalmente situada na Rua do Carmo, foi deslocada na década de 1930 para o Largo dos Combatentes da Grande Guerra, ficando colada à muralha. Porta de Alegrete ou de São Francisco, conhecida hoje por arco de Santo António, no extremo ocidental da Praça da República (antigo Corro)

As portas desaparecidas são: Porta de Elvas, situada ao fundo da rua com o mesmo nome Porta de Évora, situada ao fundo da Rua do Arco

Edifícios religiosos Na cidade Sé Catedral (século XVI) Igreja do Nosso Senhor do Bonfim (século XVIII) Convento de São Bernardo (século XVI), onde actualmente (2009) funciona a Escola Práctica da Guarda Nacional Republicana Convento de Santa Clara(século XIV), actualmente a Biblioteca Municipal de Portalegre Convento de Santo António (século XVI), actual Centro de Saúde Mental Convento de São Francisco (originalmente do século XIII, reconstruído no século XVI) Convento dos Agostinhos (século XVII ou XVIII), actualmente Quartel da Guarda Nacional Republicana Convento jesuíta de São Sebastião (século XVII), Fábrica Real de Lanificios a partir do século XVIII, sede da câmara municipal desde 2005 Igreja da Misericórdia Capela do Calvário (século XVII ou XVIII) Capela de Sant'Ana (século XVIII) Capela das Almas (século XVIII?) Igreja de São Cristóvão Igreja de São Lourenço Igreja de São Mateus Igreja de Santiago (séculos XVI, XVII e XVIII) Igreja de São Vicente Igreja do Espírito Santo

Nos arredores ou freguesias rurais Capela de Nossa Senhora da Penha Igreja da Misericórdia de Alegrete Igreja paroquial de São João Baptista (Alegrete) Igreja paroquial de São Gregório (Reguengo) Igreja de São Mamede (Reguengo) Ermida do Senhor dos Aflitos (Fortios) Igreja paroquial de Nossa Senhora da Esperança e Cruzeiro (Ribeira de Nisa)

Outros edifícios históricos Antigo Seminário (século XVI/XVIII), actual Museu Municipal Antigos Paços do Concelho (sede da câmara municipal) (século XVII) Palácio dos Condes de Vilar Real ou de D. Nuno de Sousa (século XVI), onde se destacam as janelas manuelinas Casa Nobre do Largo dos Silveiros Casa dos Condes de Melo Paço Episcopal Palácio Achioli (século XVI e XVIII), actual Escola Superior de Educação de Portalegre</small> Palácio Amarelo (século XVII-XIX) Palácio Avillez (século XVIII), actual Governo Civil Palácio Barahona (século XVIII), aloja actualmente o Arquivo Distrital de Portalegre Palácio dos Condes de Castelo Branco (século XVIII), actualmente aloja o Museu da Tapeçaria de Portalegre Palácio dos Andrade e Sousa (século XVII), actualmente sede do Instituto Politécnico de Portalegre Palácio dos Tavares Falcões (século XVI) Palácio Póvoas (século XVIII) Solar das Avencas Solar dos Viscondes de Portalegre

Fontes A cidade de Portalegre e os seus arredores contam com mais de 30 fontes históricas. Até finais do século XIX, a água canalizada estava praticamente circunscrita às fontes, e só a partir dos anos 40 do século XX se pode falar de água canalizada ao domicílio. As fontes de Portalegre começam, por isso, por constituir um mobiliário urbano de características utilitárias.

Fonte do Outeiro – Pintada de amarelo e branco, cores típicas da cidade com o brasão de armas da cidade, data de 1883. Fontes do Corro (actual Praça da República) – Nesta praça encontrava-se uma fonte monumental encimada com o brasão de armas da cidade, que foi construída no século XVI para comemorar a visita à cidade do rei Filipe II de Espanha (I de Portugal). A fonte encontra-se hoje numa praça de Cascais. Em sua substituição foram implantados, por volta de 1894, dois marcos fontanários em granito da região. Fonte das 3 Bicas – Pintada de amarelo e branco, é encimada por um varandim. Tem 3 bicas e a tem a data da sua construção (1864) gravada. Fonte da Concha – Também chamada Fonte de Manuel de Jesus por se tratar de uma fonte particular que pertencia à casa que lhe está anexa. Data do século XIX. É constituída por uma grande concha em cima de um varandim. Está pintada de branco e amarelo. Fonte da Boneca – De estilo neoclássico e executada em lioz, data de 1894 e parece ter sido construída com o intuito de embelezar a cidade na sequência de uma visita prevista do rei D. Carlos a Portalegre. Fonte de Mergulho de Santa Clara - Fonte de mergulho do século XVI, servia para abastecer de água o Convento de Santa Clara que lhe está anexo. Apresenta arcos geminados, separados por um mainel, que ostenta um círculo raiado sobre o capitel. Fonte do Claustro do Convento de Santa Clara – Obra barroca do século XVIII no centro de um claustro gótico. Fonte da Misericórdia – Construída em mármore branco com laivos vermelhos e negros, foi provavelmente inspirada na fonte do Largo do Teatro. Ostenta numa das faces o brasão de armas da cidade e a data da construção (1906). Fonte Nova – Executada pelo escultor Augusto Desirat em mármore de Estremoz em 1894, tem duas bicas e a decoração inclui o brasão de armas da cidade. Fonte do Rossio – Começou por ser colocada no Largo de Santiago em 1865, e só em 1889 passou para o Rossio. Fonte do Jardim do Tarro – Construída na década de 1960, tem à sua frente um pequeno lago que se pode atravessar por meio de passadeiras circulares de pedra. Fonte de Neptuno – Data da 2ª metade do século XVI e apresenta elementos decorativos manuelinos e do renascentistas. Foi remodelada no século XIX, datando desse período a figura de Neptuno e as carrancas que a suportam.

Outros pontos com interesse histórico

Portal Gótico da Rua do Castelo Rua dos Besteiros Rua do Arco Plátano do Rossio Praça da República (antigo Corro)

Miradouros Miradouro de Santa Luzia – Situado na Serra de Portalegre (679 m), na estrada para o Salão Frio, a norte da cidade. Miradouro da Penha – Situado no adro de um capela do século XVII na encosta da Serra da Penha, a oeste da cidade. Miradouro das Carreiras – Situado na povoação do mesmo nome, é um local panorâmico de grande beleza paisagística natural. Na freguesia das Carreiras existem também troços de calçada medieval que merecem ser visitados. Miradouro da Igreja de Nossa Senhora da Lapa – Outro local de panorâmico de grande beleza paisagística natural, à beira de uma pequena Igreja cavada na rocha, a 1 km da povoação de Besteiros. Pico da Serra de São Mamede – Situado a 1025 m de altitude, é o ponto mais elevado de Portugal continental a sul do Tejo. Dali se avista a barragem da Apartadura, a vila de Marvão, a Serra da Estrela e parte da Estremadura espanhola.

Ligações externas

Monumentos Portalegre