thumb|230px|Habitantes tchecos emigram dos Sudetos, expulsos pela Alemanha nazista, em 1938. Transferência populacional é a migração forçada organizada por Estados. As transferências de populações podem ser motivadas por um conflito armado, pelo controle do território ou por limpezas étnicas. As tribos indígenas norte-americanas, por exemplo, foram obrigadas a migrar para oeste do rio Mississippi, no movimento denominado Remoção indígena (ver: Genocídio indígena nos Estados Unidos e Trilha das Lágrimas). Outras transferências populacionais ocorreram após a Segunda Guerra Mundial, a Partição da Índia e a Guerra dos Bálcãs.
Um estudo acadêmico intitulado “Population Transfer, Implantation and Settlers”, de Al-Khasawneh. trata dos conceitos de transferência de população, deslocamento/implantação de populações e assentamentos de colonos, especialmente no contexto do direito internacional. Em termos simples, o documento procura explicar quando a transferência ou instalação de uma população em determinado território pode ser considerada juridicamente problemática, examinando conceitos, precedentes e normas internacionais relacionados a esse tipo de prática. O ponto central, portanto, não é simplesmente “migração” ou “mudança de pessoas”, mas a relação entre população, território e poder político, particularmente quando uma população é transferida ou incentivada a se estabelecer em um território sob determinadas circunstâncias.
Ver também Democídio Genocídio Plano Madagascar
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