OPAL sigla em inglês para Omni-Purpose Apparatus at LEP era um detector multifunções do LEP no CERN destinado a medir as interacções entre electrões e positrões que colidiam no centro do detector. Os electrões e positrões entravam no detector e aproximavam do seu centro vindos de sentidos opostos e o tubo do feixe era o eixo do detector com os seus componentes dispostos às camadas, como as cascas de uma cebola.
As principais partes constituintes eram : os detectores de traços (envolvem o tubo do acelerador), que no caso das partículas estarem carregada electricamente provocam a ionização do material de detecção dos traços, e quando este efeito é detectado, ao medir a sua posição pode-se determinar a trajectória percorrida pela partículas carregadas. os calorímetros (envolvem a dos detectores de traços), destinados a pararem o voo da partículas criada pela interacção electrão-positrão. Quando electrões, fotõese hadrões param no material do calorímetro, provocam uma chuva de traços. Pode medir-se a energia das partículas que entraram a partir da propriedade desses 'chuveiros'. o sistema de muões (a mais exterior), constituída por uma câmara cheia de gás que detecta a passagem das muãos.
OPAL, da qual faziam parte mais de 200 físicos de mais de 30 institutos, começou a funcionar em 1989 e fechou em 2001 para dar lugar a uma nova experiência, mas desta vez com o futuro LHC.
Características
Dimensões; 12 metros de comprimento, de altura e de largura.
Ver também
Experimento CLOUD
Referências O último evento da OPAL a 2 de Novembro 2000
Ligações externas
O complexo do CERN A composição do CAC, sigla em inglês de CERN Acelarators Complex.
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