Américo Emilio Romi (São José do Rio Pardo, 29 de junho de 1896 – Santa Bárbara d'Oeste, 15 de março de 1959) foi um industrial brasileiro. Foi o fundador das Indústrias Romi S.A., a fabricante do famoso automóvel Romi-Isetta.
Era filho dos imigrantes italianos de Policarpo Romi e Regina Seppia. Em 1912, transferem-se para a Itália com os oito filhos.
Em Milão, Américo Emílio casa-se com Olimpia Gelli, que era viúva com um filho do primeiro marido, Carlo Chitti, que viria no futuro se tornar um grande parceiro de empreendedorismo de Romi.
Em 1924, uma parte da família volta a emigrar para o Brasil. Anos mais tarde, em 1930, Américo Emílio Romi funda a Garage Santa Bárbara, em Santa Bárbara d'Oeste. Entre 1932 e 1933, Romi desenvolve a "Autolina", combustível constituído por etanol de cana-de-açúcar adicionado à gasolina. Neste mesmo período, a empresa passa a fabricar de máquinas agrícolas e instala a primeira fundição. Em 1941, por iniciativa de Carlo Chiti, a Romi passa a fabricar tornos mecânicos da marca "Imor".
Já empresário consolidado, Américo Emílio Romi é eleito prefeito de Santa Bárbara d'Oeste para o mandato de 1952 a 1955.
Em 1956 tem início da produção do famoso veículo Romi-Isetta, o primeiro automóvel produzido no Brasil. No ano seguinte, cria-se a Fundação Romi, entidade sem fins lucrativos destinada a promover o desenvolvimento da educação e cultura como elementos transformadores da sociedade.
Em 1959, Américo Emílio Romi sofre um acidente vascular cerebral (AVC) e morre em 15 de março desse ano.
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