C é um anime de 2011 dirigido por Kenji Nakamura. O diretor, na faixa de seu lançamento, já havia trabalhado em Ayasaki: Samurai Horror Tales/ e 變態怪醫 Dr.伊良部.

Inceptivamente disponível apenas em seu idioma nativo (Japonês), acedeu a uma compilação dublada para o Inglês, distribuída em 30 de outubro de 2012. A história segue Kimimaro Yoga, um estudante de economia que é introduzido a uma realidade alternativa, polarizada sobre o epitetado 'Distrito Financeiro', onde pessoas apostam seu futuro em batalhas. Entres (lutadores) podem acumular grande capital ao vencer, tendo, entretanto, seu futuro parcialmente alterado após derrotas. Enquanto a história soergue, Kimimaro passar a conscientizar-se no que franqueia os efeitos do espectro no mundo real.

A série foi transmitida no Japão através do bloco Noitamina, vinculado à grade horária da Fuji TV, dentre 15 de abril e 24 de junho. Anteriormente, seria distribuído nos formatos DVD e Blu-Ray, pela Toho. Sua exibição nos Estados Unidos, admitida pela Funimation Entertainment, enfrentou atraso de uma semana, em contraste com outros pontos não flagelados, tais como Austrália (competente à Siren Visual), e Reino Unido (concernente à Anime on Demand). Ainda, a animação foi inscrita ao ar novamente, o que atina a performances do Funimation Channel e Pivot, em 2013. As companhias incumbidas do desferimento em versões de DVD e Blu-Ray equivalem às mesmas que transudaram-no na TV, com exceção da Anime on Demand, substituída pela rede MVM Entertaiment.

A premissa da série e o conceito-base foram elogiados por visualizadores ocidentais; entretanto, no que tange a manipulação da história e ao desenvolvimento dos personagens, as críticas elucidaram uma suposta má administração de elementos do enredo. Ilustrações acederam a pareceres divergentes, sendo massivamente impugnada pelo uso de gráficos 3D. A avaliação do áudio e de seus recursos avultados foi predominantemente positiva. Adicionalmente, foi descrita como, em geral, um bom conglomerado, suscitando eminentes discussões reflexivas na filosofia da economia.

História O governo japonês foi resgatado da beira do colapso financeiro pelo Fundo de Riqueza Soberana. Para os seus cidadãos, no entanto, a vida não melhorou, e desemprego, criminalidade, suicídio e desespero são enormes e crescentes. Kimimaro, criado pela avó materna após o desaparecimento de seu pai e a morte de sua mãe, é um estudante de bolsa, cujo único sonho é possuir uma vida estável e comum. Um dia ele encontra um homem que lhe oferece uma grande soma de dinheiro alternativo, se ele permitir que seu "futuro" seja uma garantia. A partir de então seu destino é radicalmente alterado quando é arrastado para um reino misterioso conhecido como Distrito Financeiro, onde deve competir em torneios semanais, chamados "deals" ou "acordos", de forma a manter seu dinheiro e evitar a perda de seu futuro.

Elenco Versão nipônica Haruka Tomatsu como MSHYU. Kōki Uchiyama como Kimimaro Yoga. Daisuke Hosomi como Mikuni.

Saori Goto como Q. Mayumi Asato como Jennifer Sato.

Takahiro Sakurai como Masasaki. Versão em inglês Brina Palencia como MSHYU. Todd Haberkorn como Kimimaro Yoga. J. Michael Tatum como Mikuni. Monica Rial como Q. Martha Harms como Jennifer Sato. Scott Freeman como Masasaki.

Produção Enredo Produzida pela Tatsunoko Productions e dirigida por Kenji Nakamura, a série teve o enredo definido por Noboru Takagi, aliado a Manabu Ishikawa, Shinsuke Onishi e Kenji Sugihara. Mebae liderou a laboração da aparência dos personagens, com Takashi Hashimoto permeando animações dos personagens, Yuuho Taniuchi administrando o design de arte, e Keiichi Sato concebendo o design conceitual. Kōji Yamamoto foi o precípuo produtor, conciliado a Makoto Kimura, Daisuke Konada e Takeshi Yoda. Hashimoto foi o vultoso diretor de animação; Hiroshi Itō, diretor de arte; Yuzo Sato, o diretor de CGI. Taku Iwasaki compôs os traços musicais, coalizado a Yukio Nagasaki, diretor de som. Desenvolvimento A concepção de uma animação concentrada no âmbito do dinheiro ergueu-se após a falência do banco estadunidense Lehman Brothers, em 2008, evento que fomentou a maior declaração de ruptura nos Estados Unidos, bem como a estimação a um evento-chave da crise econômica de 2007 e 2008, liderando para a grande recessão. Não obstante, inceptivamente, o foco do projeto não transfixava o dinheiro em si; a premissa envolvia batalhas mundiais, estipulando um final 'mais leve' do que o resultado visível na obra concreta. A premissa alterou-se por volta de janeiro de 2010, no ápice da recessão, quando Nakamura assumiu que o Japão perduraria a recuperar-se da quebra. Posteriormente, entre fevereiro e agosto de 2010, conduziu quase trinta entrevistas com políticos aposentados do Banco do Japão, profissionais de finanças, professores especializados, membros de organizações sem fins lucrativos, dentre outras personalidades. Pretendia encontrar um consenso distenso, o que, não ocorrendo, o frustrou, já que auferira muitas opiniões inconsonantes. Concluiu, portanto, que, devido à volátil intervenção humana, a economia não incorpora consensos.

O roteiro resoluto foi ingerido por dois entrevistados; um comerciante impressionado ante a conduta de CEOs americanos, que usufruíam de bilhões de dólares, ao passo que, no Japão, a economia degradava-se, anuindo sua preocupação com o país nativo diante do cenário global; e a história do Future Bank Business Association, uma NPO (do inglês: nonprofit organization), que concedia empréstimos a indivíduos, a fim de atualizar seus refrigeradores antigos para modelos mais eficientes, recebendo o pagamento com a diferença da economia de energia. Para Nakamura, ambos as retratações exaltavam o desejo banal de ajudar o Japão, ainda que os relatos ábsonos fossem. Porém, tais reportes aclararam que cidadãos nipônicos tinham de agir, obtendo riqueza e caos, ou pobreza e contentamento. Nakamura obtestou que, ao abster-se sobre ambos os parâmetros, potenciais consequências engendrariam-se. Concomitantemente, mostrava receio quanto ao curso japonês, com pessoas abandonando seu reconhecimento da relevância de plausíveis condições de vida, destinadas à geração futura, o que supostamente designava riscos financeiros ao futuro. De tal modo, aplacando suas ponderações depois de histórias inspiradoras, decidiu que pessoas não tentariam auxiliar alguém que não lhes fosse conhecido. O autor considera esta questão e a necessidade de agir para construir um futuro bonançoso como temas realçáveis da obra.

Nakamura nomeou Naoki Osaka, editor-chefe da editora de economia Toyo Keizai, para ser o consultor do anime, e concluiu que não poderia fazer uma história econômica 'leve'. De tal forma, propositalmente, delineou o Distrito Financeiro como uma configuração exterior ao mundo real, ainda que analogicamente relacionada. Cumpriria uma das missões que um anime tem, em sua opinião, executando tal estratégia, além de indicar, de maneira 'branda', um tema específico para uma audiência desconhecida. Ele manteve a história tão 'radical' quanto o significado de mantê-la racional e atrativa, o que lhe concedeu a possibilidade de regular temas relativamente oblíquos, gradualmente aplicando finanças e estalões macroeconômicos metaforicamente através de conflitos. Ao retratar os personagens e suas razões para a batalha, e depois de ler o mangá com tema de jogo Kaiji, Naoki e Nakamura tentaram evitar descrever o dinheiro como algo que deixaria inequivocamente as pessoas loucas, concitando o pensamento de que esse caminho deveria ser evitado.

Tema e análise Os objetivos de Kimimaro para sua vida foram interpretados como equipotentes àqueles de, em média, 21 anos de idade. Nos trechos em que obtém êxito dentro do Distrito Financeiro, outros integrantes anuem que tal marco é pouco ordinário para recém-chegados, o que levou à exegese de uma metáfora a "dificuldade que as pessoas comuns têm em encontrar uma base econômica segura atualmente, quando o nepotismo é comum entre os grandes institutos de dinheiro". Kimimaro e Mikuni podem ser alteados a diferentes personalidades ante o manejo do dinheiro, sua busca e acumulação. Nakamura não hasteia nenhuma como a correta, inferindo pela continência; "Control indaga-lhe quão longe está disposto a ir para ganhar dinheiro - e quão longe é o limite". Outros explanam que o posicionamento não foi neutro, e que "a série serve como um amplo tratado contra a economia moderna e o globalismo". A repetida aparição do número 666 foi alçada como uma analogia para "o dinheiro é a raiz de todo mal". No contexto de uma ruptura, Nakamura pode ter tentado "refletir o senso de atordoamento e/ou indiferença" que provocaria. Em tal cenário, "para a maioria das pessoas, dinheiro - sério, eminente, e o funcionamento interno dos setores financeiros do mundo real - é confuso, no mínimo, e incompreensível, ao máximo". Os mercados financeiros e créditos foram elevados ao ponto central da animação. Um analista afirmou que o anime poderia direcionar-se rumo à extensão do dinheiro moderno ("Depois de alavancar nossos fundos de aposentadoria, nosso futuro não é o próximo passo lógico?"), ou ao crédito intrínseco ("Ganhar dinheiro agora e trabalhar com ele e seus juros compostos nos próximos anos são realmente muito distintos da negociação no potencial futuro de ganho presente?"). Negócios e bancos foram, também, considerados um assunto enfatizado, pois sugerem "a melhor forma de entrar no jogo". A troca de uma porção da vida por dinheiro poderia, ademais, ser entendida como uma metáfora para o trabalho assalariado. Procedendo-se sobre o raciocínio, os deals refeririam uma metáfora ao comércio, já que absorvem o dinheiro de outra pessoa, simbolizando uma fração da vida hodierna. O programa também constrói o valor do dinheiro como uma ficção-cultural reciprocamente sintetizada, que pode desaparecer uma vez o contrato estando combalido. Isto é, a vida de alguém é comutada pelo que, meramente, representa tinta no papel. Lançamento Os onze episódios foram inicial e consecutivamente empregados no bloco Noitamina. A série foi licenciada para ser exibida via internet em seis territórios, incluindo a versão em inglês inato a Austrália, a adaptação estadunidense, e a flexibilização britânica. Funimation Entertainment e Anime on Demand expuseram a animação desde 21 de abril de 2011, em seus próprios endereços da web, enquanto Siren Visual fê-la disponível através da Anime News Network na Austrália, a partir de 22 de abril. Nos Estados Unidos, a Toku também elencou-a, com a remetente transmissão incoada em 14 de janeiro de 2013, o que foi também praticado pela Pivot TV, com alicerce em 5 de outubro do mesmo ano. No Reino Unido, sucedendo a extinção da Anime on Demand, foi transferida à Animax; o primeiro episódio estava disponível em 6 de março de 2015.

Os episódios de C foram lançados mais tarde em DVD e Blu-Ray no Japão; produzidos pela Pony Canyon, os quatro volumes foram lançados pela Toho, entre 19 de agosto e 25 de novembro de 2011.<p><p> Uma versão de aluguel do DVD também foi disponibilizada pela Toho entre 9 de setembro e 9 de dezembro de 2011. Nos Estados Unidos, a Funimation lançou uma versão dublada em inglês da série em uma edição limitada combinada em DVD e Blu-ray, em 30 de outubro de 2012; um relançamento com orçamento limitado foi deslocado em 19 de julho de 2016. Na Austrália e no Reino Unido, foram lançados como uma caixa de DVD, dublados em inglês e japonês, e disponibilizados em 15 de novembro de 2012, pela Siren Visual, e em 14 de outubro de 2013, pela MVM Entertainment.