Joaquim Martins Manso (Cardigos, Mação, 16 de Novembro de 1877 — Santos-o-Velho, Lisboa, 10 de Setembro de 1956) foi um jornalista português.
Biografia Era filho do agricultor Manuel Martins Manso e de Maria da Conceição, ambos também naturais da freguesia de Cardigos (ele da vila-sede da freguesia e ela da aldeia da Chaveira).
Fundador do Diário de LisboaDiário de Lisboa (algumas edições disponíveis na Hemeroteca Digital) (1921-1990), que se notabilizou como escritor e ensaísta. Dirigiu, também, Diário de Lisboa : edição mensal (1933) e foi redactor principal de A Pátria, cargo que ocupou até 1921, ano em que fundou o Diário de Lisboa, de que foi logo director durante 35 anos. Colaborou em diversas publicações periódicas como a revista Arte & vida (1904-1906), Atlantida (1915-1920) e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945). Foi sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e professor do Conservatório Nacional de Lisboa, onde regeu a cadeira de Literaturas Dramáticas.MANSO, Joaquim (1942). O Jornalismo.
A 9 de Junho de 1941 foi feito Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Nunca casou. Morreu vítima de neoplasia do reto, no Hospital da CUF, sito na Travessa do Castro, n.º 3, freguesia de Santos-o-Velho, em Lisboa. Foi sepultado no Cemitério do Alto de São João.
Na sua casa de férias da Nazaré, foi criado em 1970 o Museu Dr. Joaquim Manso.
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