Michele Sindona (Patti, 8 de maio de 1920 – Voghera, 22 de março de 1986) foi um banqueiro italiano e criminoso condenado. Conhecido nos círculos bancários como "Tubarão", Sindona era um membro da loja maçônica P2 (Propaganda Due), dirigida por Licio Gelli,Pourquoi le « Banquier de Dieu » devait être réduit au silence e vê relações claras com a máfia siciliana e a mafiosa "família Gambino" nos EUA.
Sindona foi nomeado pelo Papa Paulo VI como assessor financeiro do Vaticano e membro do Conselho de Administração do Instituto para as Obras de Religião. Um levantamento do juiz italiano Ferdinando Imposimato mostra que Michele Sindona atuava desde 1957 como banqueiro para a máfia siciliana, a Cosa Nostra, e servia ao Vaticano, que reconhece mais tarde "ter sido enganado por este impostor."La Banque du Vatican au hit-parade des dix destinations les plus utilisées pour le blanchiment d’argent Sindona também esteve envolvido no assassinato do advogado Giorgio Ambrosoli em 1979; sendo condenado em 1986 à prisão perpétua como mandante do assassinato.
Encarcerado em uma prisão de alta segurança de Voghera, Sindona prometeu fazer revelações. Morreu em sua cela, ao ingerir café contendo cianeto de potássio.Michele Sindona, jailed Italian financier, dies of cyanide poisoning at 65 - at the center of scandals. Por Wolfgang Saxon. The New York Times, 23 de março de 1986. O inquérito sobre a morte de Sindona concluiu que se tratara de suicídio. Ecco gli ultimi istanti di Sindona. La Repubblica, 11 de abril de 1986.
Bibliografia
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Ligações externas La P2 ieri. La sua vittoria oggi. Por Gianni Barbacetto. maio de 2001. A Forcibly Retired Moneyman, Time, 13 de setembro de 1982.
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