thumb|Fólis de Hanibaliano thumb|Histameno de
Nobilíssimo (; ), ou nobilíssima (), era um dos mais altos títulos imperiais no Império Romano Tardio e Império Bizantino. Originalmente era um epíteto de césar, cujos titulares eram os herdeiros aparentes dos imperadores e que, após Geta em 198, seriam nomeados como nobilíssimo césar ().
Segundo o historiador Zósimo, Constantino foi o primeiro a criar o título de nobilíssimo como uma dignidade separada, de modo a honrar alguns de seus parentes, sem implicar uma reivindicação ao trono imperial. O título, assim, veio a ser concedido aos membros da família imperial, permanecendo numa posição imediatamente abaixo de césar, permanecendo assim no Império Bizantino até o .
No Cletorológio de Filoteu, escrito em 899, as insígnias do posto são descritas como uma túnica, manto e cinto roxos, o que indicou a posição exaltada de seu titular. Sua premiação pelo imperador numa cerimônia especial que significou a elevação do destinatário ao ofício. A partir deste ponto, era dado a altos comandantes do exército, com o futuro imperador sendo o primeiro a ser assim honrado. A pompa de seus titulares sob os Comnenos levou a sua desvalorização, e os novos títulos de protonobilíssimo (prōtonōbelissimos) e protonobilíssimoipertato (prōtonōbelissimohypertatos) foram criados no .
Titulares conhecidos
Júlio Constâncio Hanibaliano Dalmácio
Constâncio Galo
Justiniano Marino
Constantino Euforbeno Catacalo Roberto de Altavila Tzacas Constantino Opos
Bibliografia
Categoria:Nobilíssimo