Amy Goodman (Washington, D.C., 13 de abril de 1957) é uma jornalista americana, repórter investigativa e escritora. Goodman é a âncora do programa de notícias independente e sem fins lucrativos Democracy Now!, transmitido diariamente pelo rádio, pela televisão e pela Internet.
Em 2008 recebeu o Right Livelihood Award, conhecido como "prêmio Nobel alternativo".
Carreira no jornalismo investigativo thumb|left|Goodman fala ao público do Power to the Peaceful Festival (San Francisco, 2004). Em 1991, cobrindo o movimento de independência do Timor-Leste, Goodman e se colega jornalista Allan Nairn relataram ter sido espancados por soldados indonésios depois de testemunhar um massacre de manifestantes timorenses, durante o episódio conhecido como o Massacre de Santa Cruz., Democracy Now!, November 12, 1997. Retrieved September 17, 2009.
Em 1998, Goodman e o jornalista Jeremy Scahill documentaram o papel da Chevron Corporation num confronto entre o exército nigeriano e aldeões que haviam ocupado uma plataforma de petróleo e outras instalações pertencentes à empresa petroleira, em protesto contra as atividades da empresa. Dois aldeões foram baleados e morreram durante o episódio.: As President Bush Meets with the CEO of Chevron Texaco in Nigeria, a Look at Chevron’s Role in the Killing of Two Nigerian Villagers". Democracy Now!, 11 de julho de 2003. Em 28 de maio de 1998, a Chevron forneceu a tropas da Marinha da Nigéria e da MOPOL (o braço paramilitar da polícia nigeriana) transporte por helicóptero até a plataforma de Parabe, que havia sido ocupada pelos aldeões. Estes acusavam a companhia de contaminar suas terras. Logo depois do desembarque, os militares nigerianos atiraram contra a população e mataram dois dos manifestantes - Jola Ogungbeje e Aroleka Irowaninu -, além de ferir outras 11 pessoas. O porta-voz da Chevron, Sola Omole, reconheceu que a companhia havia transportado as tropas e que o usos de tropas havia sido pedidosolicitado pela própria administração da Chevron. O documentário Drilling and Killing: Chevron and Nigeria's Oil Dictatorship,. sobre o episódio, ganhou o Prêmio George Polk em 1998.
Michael Delli Carpini, diretor da Annenberg School for Communication, da Universidade da Pensilvânia, declarou: "Ela não é uma editorialista. Ela se prende aos fatos... Apresenta pontos de vista que fazem você pensar e consegue isso quando diz: "Quem não ouvimos, na mídia tradicional?"Tanya Barrientos, , Philadelphia Inquirer, 13 de maio de 2004.
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