Sexo e as Negas é uma série de televisão produzida pela TV Globo e exibida entre 16 de setembro e 16 de dezembro de 2014. Idealizada por Miguel Falabella, foi escrita pelo mesmo com Alessandra Poggi, Antonia Pellegrino, Artur Xexéo, Flavio Marinho, Luiz Carlos Góes e Ana Quintana, e roteiro final de Falabella. A direção ficou a cargo de Hsu Chien, Charles Daves e Cininha de Paula.
Enredo A série mostra o dia a dia, da vida de quatro amigas moradoras da Cidade Alta de Cordovil (subúrbio/zona norte do Rio de Janeiro) a partir da narração de Jesuína (proprietária do bar que as amigas frequentam) e da rádio local.
Elenco Intérprete Personagem Karin Hils Zulma dos Santos Corina Sabbas Matilde da Silva (Tilde) Lilian Valeska Lia Maria Bia Soraia Sousa Cláudia Jimenez Jesuína de Paula Alessandra Maestrini Gaudéria Brascia Marcos Breda Alaor Maria Gladys Fumaça Débora Duarte Rosimere Bia Nunnes Leonor Canhoto Cosme dos Santos Arenoso dos Santos (Areno) Rafael Zulu Elder Rafael Machado Big Alessandra Verney Bibiana Brascia Sérgio Marone Enéas Aline Dias Jéssica Frank Borges Adilson Brascia (Vinagre) Waldir Gozzi Zé Carlos (Lagarto)
Participações especiais Intérprete Personagem Françoise Forton Marisa Bengston de Castro (Marisinha) Blota Filho Werner Bengston de Castro Adriana Lessa Madalena Adriano Garib Alfredo Carlos Thiré Jesus Cristo Flávio Tolezani Patrão de Tilde Duda Costa Antonieta Izak Dahora Carbureto Karolina Albertassi Gislene Land Vieira Tôca Michel Gomes Pindoba
Episódios
Média geral: 14 pontos
Recepção Críticas e controvérsias Em novembro de 2014, Jean Wyllys foi criticado por lideranças de seu próprio partido e por grupos de defesa dos direitos dos afro-brasileiros por ter declarado uma defesa em relação ao programa Sexo e as Negas, exibido pela Rede Globo. Wyllys, disse que, ao contrário daqueles que acusam os seriado de ser sexista e racista, a produção na verdade "denuncia o racismo" e afirmou que “Miguel Falabella [o idealizador do seriado] é um cara que está longe, muito longe mesmo, de ser um racista”. Entretanto, o programa foi alvo de denúncias à Secretaria de Políticas para Mulher da Presidência e ainda é alvo de críticas por movimentos de mulheres e negros.
Antes da estreia, a série foi acusada de racismo à Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), que posteriormente autuou a Rede Globo. Telespectadores, também criaram uma campanha de boicote ao programa. O autor Miguel Falabella, também comentou que a série teve alguns textos cortados, e em relação as críticas à série, classificou que "são coisas de gente desocupada". No dia da estreia, a fachada da Rede Globo foi pichada por manifestantes contrários à exibição da série.
Audiência O primeiro episódio registrou 14 pontos em São Paulo e 18 no Rio de Janeiro. Teve média geral de 13,5 (14) pontos em São Paulo.
Ligações externas
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