Leon Eisenberg, M.D., D.Sc. (8 de agosto de 1922 - 15 de setembro de 2009)Boston Globe obituary foi um psiquiatra infantil americano, psiquiatra social,The Creation of Psychopharmacology, David Healy, 2002, cites Eisenberg's role in evidence-based social psychiatry e educador médico que ""transformou a psiquiatria infantil, defendendo a investigação sobre problemas de desenvolvimento" (David DeMaso). Foi pioneiro em diversas áreas da medicina e psiquiatria - em psiquiatria infantil, autismo, e as controvérsias em torno do autismo, os ensaios clínicos randomizados (ECR), medicina social, saúde global, ação afirmativa,Shanks Thirty Years of Affirmative Action at Harvard Medical School: A Mixed Method Program Evaluation, U Mass EdD Thesis by Alane Shanks (2004)] e evidência baseada em psiquiatria. Tendo-se aposentado em 1967, da Johns Hopkins Hospital no Departamento de psiquiatria de crianças e adolescentes (Johns Hopkins Hospital Department de Child and adolescent psychiatry - ele foi o presidente do departamento depois de Leo Kanner)Kanner L and Eisenberg L. Child psychiatry; mental deficiency. American Journal of Psychiatry 1955: 111:520-523 e da Harvard Medical School, em 1988, ele continuou como a Maude and Lillian Presley, Professor de Medicina Social e psiquiatra Emérito (e servindo ativamente - palestrando, pesquisando e escrevendo, e sendo mentor), no Department of Global Health and Social Medicine da Harvard Medical School na Longwood Medical Area de Boston(Departamento de Medicina Social e saúde global da Harvard Medical School na Longwood Medical Area em Boston), e até poucos meses antes de sua morte em 2009. Ele se tornou tanto BA (Bachelor of Arts- Bacharelado em artes) e MD (medical doctor – médico, Dr. em português) da Perelman School of Medicine (Escola de Medicina de Perelman) na University of Pennsylvania (Universidade da Pensilvânia), ensinou anteriormente, tanto University of Pennsylvania quanto na Johns Hopkins University, e foi chefe da psiquiatria tanto Johns Hopkins Hospital, em Baltimore e do Massachusetts General Hospital em Boston, durante períodos de formação em psiquiatria por cada instituição. " (David DeMaso). Foi pioneiro em diversas áreas da medicina e psiquiatria- em psiquiatria infantil, autismo, e as controvérsias em torno do autismo, os ensaios clínicos randomizados ou aleatórios (ECR), medicina social, saúde global, ação afirmativa, e evidência baseada em psiquiatria. Tendo-se aposentado em 1967, da Johns Hopkins Hospital no Departamento de psiquiatria de crianças e adolescentes (Johns Hopkins Hospital Department de Child and adolescent psychiatry - ele foi o presidente do departamento depois de Leo Kanner) e da Harvard Medical School, em 1988, ele continuou como a Maude e Lillian Presley,Professor de Medicina Social e psiquiatra Emérito (e servindo ativamente - palestrando, pesquisando e escrevendo, e sendo mentor), no Department of Global Health and Social Medicine da Harvard Medical School na Longwood Medical Area de Boston(Departamento de Medicina Social e saúde global da Harvard Medical School na Longwood Medical Area em Boston), e até poucos meses antes de sua morte em 2009. Ele se tornou tanto BA( Bachelor of Arts- Bacharelado em artes) e MD(medical doctor – médico, Dr. em português) da Perelman School of Medicine(Escola de Medicina de Perelman) na University of Pennsylvania(Universidade da Pensilvânia), ensinou anteriormente, tanto University of Pennsylvania quanto na Johns Hopkins University (Universidade Johns Hopkins), e foi chefe da psiquiatria tanto Johns Hopkins Hospital, em Baltimore e do Massachusetts General Hospital em Boston, durante períodos de formação em psiquiatria por cada instituição.
Realizações médicas As razões de Leon Eisenberg ser listado como famous figure in world and American psychiatry (uma figura famosa no mundo e na psiquiatria americana) são numerosas. Leon Eisenberg identificou o rápido retorno à escola como a chave para o tratamento na gestão da ansiedade de separação subjacente à fobia escolar. Ele completou o primeiro resultado do estudo de filhos autistas na adolescência e reconhecidos padrões do uso da linguagem como o melhor preditor de prognóstico. Dos dois primeiros estudos sobre o resultado do autismo infantil, ele publicou um estudo americano no American Journal of Psychiatry, em 1956, e o estudo Inglês, foi relatado em JCPP pouco depois por Victor Lotter e Sr. Michael Rutter. Esse foi um momento, quando uma estreita, ao invés de uma definição ampla do autismo estava na moda. É interessante que o mau prognóstico era evidente tanto nos casos estritamente quanto nos amplamente definidos, e que, em linhas gerais, muitos dos casos agora chamado autista, poderiam ter sido chamados de "retardo mental: moderada a severa",e eles teriam se unido a outras crianças com um resultado relativamente pobre.
Ele era o Principal Investigador(PI) na primeira concessão do ramo de psicofarmacologia do NIMH(National Institute of mental health- Instituto Nacional de saúde mental) para RCTs(randomized controlled Trials- ensaio randomizado controlado) em psicofarmacologia infantil. A partir de uma preocupação por cuidados baseados em evidências,bem antes da frase ser cunhada, ele introduziu ensaios randomizados controlados(RCTs) em psicofarmacologia e mostrou que drogas "tranquilizantes" eram inferiores ao placebo no tratamento de transtornos de ansiedade, ao passo que drogas estimulantes foram eficazes em controlar a hiperatividade. Ele completou os primeiros ensaios clínicos randomizados de consulta psiquiátrica para entidades sociais e da utilidade de breve psicoterapia nos transtornos de ansiedade. Ele publicou uma crítica contundente da teoria do instinto de Konrad Lorenz. Ele estabeleceu a utilidade de distinguir "doença" da "falta de saúde". Ele destacou o contexto ambiental como determinante do fenótipo emergente de um dado genótipo, desde o final dos anos 1990 até 2006, ele estava envolvido no desenvolvimento de conferências e recursos para educadores médicos em diversas especialidades que os ajudariam a incorporar em cursos com seus alunos atuais e aos futuros, pois o maremoto de novas informações em genômica ainda atrapalha os futuros clínicos. Este interesse pode ter sido incentivado por seu enteado, o Dr. Alan Guttmacher, Chefe interino do National Human Genome Research Institute (Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano). E por muitas décadas, Leon Eisenberg havia criticado a psicanálise a partir de uma série de plataformas.
As contribuições científicas do Dr. Eisenberg incluem: O primeiro acompanhamento longitudinal dos casos originais de Leo Kanner do autismo Um estudo que identificou as raízes da fobia social e ansiedade dos pais O primeiro ensaio clínico da eficácia da consulta psiquiátrica em uma ação social O primeiro estudo randomizado controlado em psicofarmacologia na infância O primeiro estudo controlado randomizado de drogas estimulantes em adolescentes O primeiro ensaio clínico randomizado de psicoterapia breve Uma crítica contundente da teoria dos instintos de Lorenz e imprinting Uma declaração no início da distinção entre "doença" (o que os médicos tratam como) e "falta de saúde" (o que sofrem os pacientes) Uma crítica amplamente citada da oscilação da psiquiatria entre as abordagens centradas no cérebro e mente defendendo a argumentação para a integração dos dois Uma síntese das evidências da importância do cuidado do treinamento primário médico para reconhecer e tratar a depressão Trabalhos que destacam a moldagem da estrutura cerebral por experiência social Publicações colocando patrimônio em um contexto ambiental como determinante do risco e resiliência. Chamado de "o pai da ciência da prevenção em psiquiatria"Video of the announcement of the Leon Eisenberg Chair in Psychiatry at Children's Hospital Boston, in which Dr. William Beardslee, a colleague, notes the grounds for Eisenberg's being considered the founder of preventive psychiatry
Publicações específicas referentes às realizações acima estão contidos em sua bibliografia.
Leon Eisenberg é o maior orgulho da Diversity Lifetime Achievement Award, e recebeu em 2001 por seu papel , inaugurando a ação afirmativa na HMS(Harvard Medical School) em 1968, e sustentando-o como presidente do Comitê de Admissão de 1969 a 1974 E ele considerava isto, como sua contribuição mais importante para a Harvard Medical school.
Com sua esposa, Dr. Carola B. Eisenberg, ex-reitora dos estudantes, pela primeira vez no MIT, em seguida, na Harvard Medical School, ele era ativo no Physicians for Human Rights( Médicos pelos Direitos Humanos), que, como uma organização recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1997 pela sua International Campaign to Ban Landmines(Campanha Internacional pelo Banimento das Minas Terrestres).
Em meados de 2009 (22 de junho de 2009), a Cadeira Leon Eisenberg em Psiquiatria Infantil foi nomeada no Children's Hospital Boston. A primeira cátedra do Professorado de Leon Eisenberg em Psiquiatria Infantil é David R. DeMaso, MD, HMS Professor de Psiquiatria e psiquiatra-chefe no Children's Hospital Boston.
Sua breve (~ 30 páginas) memória autobiográfica (um passeio através da história da psiquiatria, ainda a ser publicado postumamente por Acta Psychiatrica Scandinavica - em meados ou final de 2010) "Estávamos dormindo no ponto?" [Veja abaixo] foi escrito a partir em sua casa.
Humor Entre seus amigos e colegas de profissão, Leon Eisenberg era conhecido por seu humor e sagacidade amigável que ele compartilhou em palestras, publicações, e até mesmo como secretário de gravação para a American Academy of Arts and Sciences (Academia Americana de Artes e Ciências) - (às vezes no fórum de haiku).AmAcad A Coleta de seu humor é difícil (muitas vezes era em e-mails pessoais), mas muitos concordam que alguns cenários típicos ele repetiu: Várias pessoas de diferentes origens sociais envolvidos em uma situação difícil, ímpar, ou até mesmo bem-humorado, geralmente como um psiquiatra judeu ou um rabino [muitas vezes explorando nuances sociais e percepções diferentes]. Uma pessoa muito sábia envolvida com algo muito pouco comum [ex: Matemático chinês bebericando chá (cerca de ultraje moral)]. Um evento histórico bem conhecido [por exemplo, O último sobrevivente da Johnstown Flood (cerca de humildade diante estimados colegas)].This story was retold by colleague Dr. Arthur Kleinman at the announcement of the Leon Eisenberg Chair at Children's Hospital Boston, between 1:13:00 and 1:14:00. Poesia (muitas vezes haiku)
Amigos próximos (e fãs) descrevem suas histórias como personalizadas para cada ocasião (para que eles não se cansassem de ouvir as mesmas histórias repetidas porque, com a customização, elas nunca seriam a mesma história ou piada).
O ex-presidente da Case Institute of Technology (então Case-Western Reserve), Dr. Edward M. Hundert, enquanto ele era um estudante de medicina (turma de 1984) na Harvard Medical School, fez o papel de Leon Eisenberg no HMS Classe Folies, em que (como seu personagem), ele cantou a supostamente satírica, mas, na realidade, o mais cortês, "I feel witty!" (Sinto-me gracioso, espirituoso)
Morte Leon Eisenberg faleceu de câncer de próstata em sua casa em Cambridge, Massachusetts, em 15 de setembro de 2009Benedict Carey, Dr. Leon Eisenberg, Pioneer in Autism Studies, Dies at 87 The New York Times. Retrieved on October 3, 2009. Serviços memoriais foram realizados em Cambridge, Massachusetts, em setembro de 2009, e em Boston, Massachusetts, na Harvard Medical School, em 12 de março, 2010.
Linha do tempo de Leon Eisenberg: vida e realizações Eisenberg em 2007
1922 - Nascido na Filadélfia, filho de imigrantes judeus russos 1934-1939 Frequentou a Olney High School, Philadelphia, PA. 1938-1939 - editor do jornal da Olney High School