André Peixoto Figueiredo Lima (Fortaleza, ) é um advogado, economista e político brasileiro. É filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), legenda da qual exerceu a presidência entre 2023 e 2025.Deputado André Figueiredo confirma que assumirá Ministério das Comunicações
Biografia Cearense nascido em Fortaleza, André Peixoto Figueiredo Lima é formado em economia (1987) e em direito (1995), pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e pós-graduado em Comércio Exterior pela Universidade de Fortaleza (Unifor).
Foi presidente do Centro Acadêmico de Economia e diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFC. Foi líder estudantil, presidente do Centro Acadêmico de Economia, diretor no Diretório Central dos Estudantes e presidente da Executiva Nacional dos Estudantes de Economia.
Em 1984, filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista. Foi o primeiro presidente da Juventude Socialista do Ceará. Logo, tornou-se membro do Diretório Nacional do partido, membro da Executiva Regional, presidente do Instituto Alberto Pasqualini Ceará, vice-presidente nacional da Fundação Leonel Brizola/Alberto Pasqualini e, atualmente, é presidente do PDT no Ceará e também exerce a 1ª vice-presidência nacional do PDT.
André presidiu o Sindicato dos Economistas do Ceará em 1991 e, três anos depois, em 1994, tornou-se subsecretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Ceará.
Foi eleito suplente de deputado federal em 2002, assumindo em 2005, sendo reeleito em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022.
Em 2 de outubro de 2015, foi indicado pela presidente Dilma Rousseff como sucessor de Ricardo Berzoini no Ministério das Comunicações.
De volta à Câmara dos Deputados, votou contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017, votou contra a Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017, votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer.
Em fevereiro de 2023, assumiu o exercício da presidência nacional do PDT, em substituição a Carlos Lupi, nomeado ministro da Previdência no governo Lula.
PEC da Blindagem No dia 16 de setembro de 2025, Figueiredo votou a favor da PEC 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem. A proposta dificulta a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados, restringindo a prisão em flagrante de parlamentares.
Congressistas favoráveis à PEC afirmam que ela volta às regras ao texto da Constituição de 1988. Mas, na verdade, o texto acrescenta novas blindagens, como a votação secreta para prisão de parlamentares. No caso de prisão em flagrante por crime inafiançável, por exemplo, os autos serão enviados à Câmara ou ao Senado dentro de 24 horas para que, pelo voto secreto da maioria de seus membros, se autorize ou não prisão do parlamentar.
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