Lúcio Valério Potito () foi um político da gente Valéria da República Romana, escolhido como mestre da cavalaria em 331 a.C. pelo ditador romano Cneu Quíncio Capitolino. Era filho de Caio Valério Potito e irmão de Caio Valério Potito Flaco.
Mestre da cavalaria (331 a.C.) Em 331 a.C., muitos dos cidadãos mais influentes da cidade morreram em uma doença que apresentava sempre os mesmos sintomasLívio, Ab Urbe condita VIII, 18.. As mortes foram atribuídas a uma conspiração de mulheres: cento e setenta matronas foram condenadas por envenenamento depois que muitas delas se suicidaram. Todas foram condenadas por causa do testemunho de uma escrava<ref>Valério Máximo, Factorum ac Dictorum Memorabilium libri, p. 55 (Trad. (para o inglês)> Henry John Walker)</ref>. O evento foi considerado o resultado de mentes enlouquecidas e, segundo Lívio:
Este prego é conhecido como clavus annalis e era pregado nas calendas do Templo de Júpiter Capitolino. Esta forma de ditadura, com poderes extremamente limitados, era chamada de "clavi figendi causa"'' ("para pregar o prego").
Bibliografia
Categoria:Romanos antigos do século IV a.C. Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Nascidos no século IV a.C. Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Mestres da cavalaria da República Romana Categoria:Valerii