Skírnismál (A balada de Skírnir, A canção de Skírnir, A jornada de Skírnir) é um dos poemas mitológicos da Edda em verso, uma colecção de poemas em norueguês antigo. Foram preservados inicialmente no manuscrito medieval islandês Codex Regius, do século XIII e no manuscrito AM 748 I 4to.
Alguns peritos acreditam que o poema pode ser representado como sendo uma espécie de hieros gamos.
O prólogo em prosa do poema relata que o deus Freyr, filho de Njord, sentou-se no trono de Odin, o Hliðskjálf, a observar todos os mundos. Enquanto via o mundo dos gigantes, Jotunheim, Freyr reparou numa bela jovem, e logo se apaixonou. Temendo que fosse impossível conquistá-la, foi invadido pela tristeza e melancolia.
Poemas do Codex Regius Völuspá (A profecia da mulher sábia, A profecia da vidente) Hávamál (A balada do mais alto, Os ditos de Hár, Os ditos do mais alto) Vafþrúðnismál (A balada de Vafthrúdnir, A canção de Vafthrúdnir, Os ditos de Vafthrúdnir) Grímnismál (A balada de Grímnir, A canção de Grímnir, Os ditos de Grímnir) Skírnismál (A balada de Skírnir, A canção de Skírnir, A jornada de Skírnir) Hárbarðsljóð (O poema de Hárbard, A canção de Hárbard) Hymiskviða (A canção de Hymir, O poema de Hymir) Lokasenna (A discussão de Loki, O cinsurso de insultos de Loki, A disputa de Loki) Þrymskviða (A canção de Thrym, O poema de Thrym) Völundarkviða (A canção de Völund) Alvíssmál (A balada Alvís, A canção Alvís, Os ditos de toda a sabedoria)
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