Carina Vitral Costa (Santos, 6 de julho de 1988) é uma economista brasileira, mestre em políticas públicas e atualmente atua como gerente de projetos no Novo Brasil - Plano de Transformação Ecológica do Ministério da Fazenda do Brasil.
Foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) no biênio 2015–2017 e conselheira do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República.
Biografia miniaturadaimagem|Carina Vitral no Ministério da Fazenda
Trajetória profissional e acadêmica Doutoranda em Desenvolvimento Sustentável na Universidade de Brasília (UnB). Escola de Governo e Desenvolvimento Maria da Conceição Tavares (CEPAL-BNDES) Mestrado em Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Bacharelado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ministério da Fazenda (2023–atual): gerente de projetos do Plano de Transformação Ecológica, coordenando iniciativas de integração entre desenvolvimento econômico e ação climática . Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) (2023–atual): conselheira, contribuindo para a definição de diretrizes estratégicas de financiamento à inovação e à ciência. Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (2019–2022): suplente de deputada estadual, com atuação voltada para políticas públicas de juventude, inovação e sustentabilidade. Instituto E Se Fosse Você? (2018–2020): vice-presidente, responsável por projetos de formação política e liderança feminina.
Carreira política
Presidência da UNE Foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) no biênio 2015–2017. Na liderança estudantil, fez parte do movimento União da Juventude Socialista (UJS). Antes de assumir a presidência da UNE, foi diretora de universidades públicas da entidade (2011-2013) e esteve à frente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), na gestão 2013-2015. Foi membro do Conselho Municipal da Juventude de Santos.
Foi eleita presidente da UNE durante o 54º Congresso da entidade, realizado em Goiânia (GO), com 58%, pela chapa “O movimento estudantil unificado contra o retrocesso em defesa da democracia e por mais direitos”. Com essa eleição, ocorreu pela primeira vez na história da UNE a transição do cargo de presidência entre duas mulheres, no caso a então presidente Virgínia Barros e Carina.
Durante sua gestão da presidência da UNE, encabeçou manifestações contrárias a redução da maioridade penal e ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Lançou um estudo sobre a violência da ditadura militar contra estudantes, entre eles o ex-presidente da entidade Honestino Guimarães.
Candidaturas eleitorais Na campo eleitoral, em 2016, foi candidata a prefeitura de Santos pela coligação entre o PT e o PCdoB. Recebeu pouco mais 14 mil votos (6%), ficando na segunda posição, derrotada pelo prefeito Paulo Barbosa (PSDB), que buscava a reeleição. Em 2018, foi candidata a deputada estadual pelo PCdoB em São Paulo. Recebeu pouco mais de 33 mil votos (0,16%), ficando com a primeira suplência do partido. Em 2022, foi novamente candidata a deputada estadual pelo PCdoB em São Paulo. Recebeu pouco mais de 22 mil votos e não foi eleita.
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