João Morgado (Aldeia do Carvalho, Covilhã, 5 de maio de 1965)Correia, Manuel Vaz, Artistas da Nossa Terra, p. 151, CMC, 2013 poeta e romancista, é um premiado autor portuguêsportaldaliteratura.com cuja obra abrange o romance histórico e a ficção contemporânea. Em paralelo com narrativas ligadas à história de Portugal e à expansão marítima, publicou romances de índole intimista centrados nas relações humanas, assim como contos e literatura infantil. Foi distinguido, entre outros, com o Prémio Literário Vergílio Ferreira (2012), o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca (2020) e o Prémio Literário Santos Stockler (2024). Em 2025, a tradução inglesa de Índias, Dust in the Gale, foi nomeada para o Dublin Literary Award 2026. Recebeu a 13 de Junho de 2017 a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Cívico e Cultural, oficializada pela República Federativa do Brasil, pela sua investigação sobre a vida de Pedro Álvares Cabral. João Morgado premiado no Brasil, , Beira.pt, 20 de Junho de 2017

Obra

Romances

Diário dos infiéis (2010). Diário dos imperfeitos (2012). Diário dos infelizes (2023). Cemitério de pardais (2025).

Romances históricos

Vera Cruz (2015). Índias (2016). O livro do império (2018). Fernão de Magalhães e a ave-do-paraíso (2019).

Narrativa breve

Meio-rico e outros contos (2011). O pássaro dos segredos (2014). O céu do mar (2016; nova edição, 2018). Minha mãe... costureira de sonhos (2022).

Poesia

Para ti (2014). Porto de saudade (2016).

Literatura infantojuvenil

As aventuras de Cabralito: Pedro Álvares Cabral (2015). Série Grandes descobridores portugueses: Pedro Álvares Cabral: o gigante dos mares (2016). Vasco da Gama: o terror das Índias (2016). Pêro da Covilhã: o agente secreto (2017). Bartolomeu Dias, o grande navegador (2017). Praia di Bunitas (2024).

Traduções Para além de poemas em várias colectâneas internacionais, João Morgado tem contos traduzidos em inglês e chinês, e algumas obras traduzidas na integra.

The Sea Heaven (inglês, 2020), tradução de O céu do mar. Открытие Индии (russo, 2022), tradução de Índias. Surga Laut (indonésio, 2022), tradução de O céu do mar. Knjiga o imperiji (sérvio, 2022), tradução de O livro do império. Fernando Magelan i Rajska Ptica (sérvio, 2022), tradução de Fernão de Magalhães e a ave-do-paraíso. El cielo del mar (castelhano, 2023), tradução de O céu do mar. Dust in the Gale (inglês, 2025), tradução de Índias.

No Brasil pode encontrar algumas obras do autor na plataforma Clube de Autores

Prémios e distinções

Prémios literários

Prémio Literário Santos Stockler 2024 Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca (2020). Prémio Literário Ferreira de Castro de Ficção Narrativa (2019). Prémio Literário António Gaspar Serrano (2016). Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha / Correntes d’Escritas (2015). Prémio Nacional de Literatura LIONS (2015). Prémio de Poesia Manuel Neto dos Santos (2015). Prémio Literário António Alçada Baptista (2014). Prémio Literário Vergílio Ferreira (2012), com Diário dos imperfeitos.

Menções honrosas

Menção honrosa no Prémio Literário Alves Redol (2015). Menção honrosa no Prémio Literário Dr. João Isabel (2016).

Distinções

Grã-Cruz da Ordem do Mérito Cívico e Cultural (Brasil, 2017), pela investigação sobre Pedro Álvares Cabral. Medalha do Mérito Literário da Ordem Internacional do Mérito do Descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral (Brasil, 2017). Troféu Cristo Redentor (2018), atribuído pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã.

Teatro João Morgado não escreveu directamente para teatro, mas duas das suas obras, "Diário dos Imperfeitos"Sónia Balasteiro, ''SOL'', Edição de 10.07.2014 e "Diário dos Infiéis"Rui Reis, ''Urbi et Orbi'', 24.09.2014, foram adaptadas ao palco pela ASTA - Associação de Teatro e Outras Artes, ambas com encenação de Marco Ferreira.

Sinfonias “Vera Cruz” e "Monsanto" A obra de João Morgado, "Vera Cruz"XI Festival de Música da Beira Interior'', 3º Concerto da Beira Interior, 2016Semanário Reconquista, Vera Cruz encerra Festival de Música, p.16, 19.05.16, sobre a vida desconhecida de Pedro Álvares Cabral, serviu de inspiração para uma Sinfonia para Coro e Orquestra Sinfónica, com o mesmo nome, composta pelo violetista e maestro, João Pedro Delgado. A estreia teve Dora Rodrigues como soprano convidada e a direcção de orquestra do violinista e maestro Gustavo Delgado. Uma iniciativa da Autoestradas da Beira Interior (A23), no âmbito do XI Festival de Música da Beira Interior 2016. Na edição seguinte, em 2017, João Morgado contribuiu com o poema sinfónico "O Cerco do Castelo de Monsanto", Festival de Música da Beira Interior volta a ser um sucesso, , Digital de Castelo Branco, 14 de Junho de 2017 para uma obra do maestro Luís Cipriano, "Monsanto", com orquestra Sinfónica, coro misto, coro Infantil e barítono solo. A peça é composta por cinco andamentos, foi estreada a 3 de Junho, no TMG da Guarda, e a Direção esteve a cargo de Bruno Martins.

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