O Templo da Honra e da Virtude () foi um templo romano dedicado à Virtude e HonraSamuel Ball Platner & Thomas Ashby, Honor et Virtus, in «A Topographical Dictionary of Ancient Rome», London, Oxford University Press, 1929, online. do qual nada restou. Ele geralmente é citado em primeiro lugar nos catálogos regionais para a Regio I (Porta Capena) e ficava bem ao lado da Porta Capena,Lívio, Ab Urbe Condita XXV.40.3; XXIX.11.13; XXVI.32.4 provavelmente do lado norte da Via Ápia. Em frente a ele estava o Altar de Fortuna Redux.Os Feitos do Divino Augusto, 11

História Ele foi dedicado primeiro à Honra em 17 de julho de por Fábio Máximo depois de sua vitória sobre os lígures.Cícero, Sobre a Natureza dos Deuses II.61 Depois da Batalha de Clastídio, em , Marco Cláudio Marcelo jurou dedicar o templo também à Virtude, um voto que ele renovou depois de capturar Siracusa. Em , ele próprio tentou cumprir seu juramente rededicando o templo existente já dedicado à Honra, mas o Colégio de pontífices proibiu-o, pois uma cela não poderia ser dedicada a dois deuses — se um prodígio ocorresse no local, não seria possível identificar a qual deus sacrifícios deveriam ser realizados em agradecimento. Por conta disto, Marcelo reformou o Templo da Honra e construiu uma nova cela do outro lado em homenagem à Virtude, tornando o templo existente em um templo duplo.

Este novo templo duplo foi dedicado pelo filho de Marcelo em Lívio, Ab Urbe ConditaXXV.40.1‑3; XXVII.25.7‑9; XXIX.11.13; Valério Máximo, Nove Livros de Feitos e Dizeres Memoráveis I.1.8; Plutarco, Vidas Paralelas, Marcelo 28 Ele abrigava diversos tesouros artísticos saqueados de Siracusa por Marcelo,Cícero, De re publica I.21; Verrino, IV.121; Lívio, Ab Urbe Condita XXVI.32.4 embora a maioria já tivesse desaparecido na época de Lívio.Lívio, Ab Urbe Condita XXV.40.3 O templo também abrigava a "Edícula das Camenas (aedicula Camenarum), o antigo santuário de bronze que se acreditava datar da época de Numa Pompílio e que foi depois levado para o Templo de Hércules e as Musas.Sérvio, Comentário na Eneida de Virgílio I.8 O templo foi depois reformado por Vespasiano e decorado pelos artistas Cornélio Pino e Átio Prisco.Plínio, História Natural XXXV.120 Ele foi mencionado pela última vez nos catálogos regionais no século IV.

Bibliografia

Samuel Ball Platner, Honos et Virtus, in: Topographical Dictionary of Ancient Rome, Oxford University Press, London, 1929 (completd and revised by Thomas Ashby), on: Bill Thayer's LacusCurtius.

Ligações externas

Categoria:Projetos de construção da dinastia flaviana Categoria:Templos de Roma