O Prelúdio Op. 28, Nº 4, composto por Frédéric Chopin, é um dos 24 prelúdios de Chopin. A pedido do autor, esta peça foi tocada em seu próprio funeral, juntamente com o Requiem de Mozart.
Nome Hans von Bülow chamou o prelúdio de "asfixia", devido ao seu senso de desespero. De fato, a última dinâmica marcante de Chopin em sua obra é o smorzando, que significa "desaparecer". Mas o prelúdio pode um dia ter sido atribuído um nome. De acordo com Solange, filha de George Sand, que ficou com o compositor no mosteiro em Maiorca quando os prelúdios foram escritos, disse que "minha mãe deu um título para cada um dos maravilhosos prelúdios de Chopin; estes títulos foram preservados em uma partitura que ele nos deu." Chopin: Pianist and Teacher as Seen by His Pupils", by Jean-Jacques Eigeldinger, paperback p. 281 A partitura em questão foi perdida, mas Solange de fato gravou os nomes dos prelúdios, aparentemente sem associar o nome ao número do prelúdio. Acredita-se que o título "Quelles larmes au fond du cloître humide?" ("Que lágrimas [são enxugadas] das profundezas do úmido mosteiro?") corresponde ao Prelúdio Nº 4.
Legado Cultural Antonio Carlos Jobim escreveu uma música chamada "Insensatez" que é baseada no prelúdio. Serge Gainsbourg baseou sua música "Jane B" (1969) no prelúdio. O filme The Pianist (2002) tem o prelúdio em sua trilha sonora. Outros músicos, como Jimmy Page, da banda Led Zeppelin, fizeram um arranjo contemporâneo da peça.
Ver também Fantaisie-Impromptu Sonata nº 2 (Chopin) Valsa Minuto Estudo Op. 10, nº. 12 (Chopin) Grande valse brillante em Mi bemol maior
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