Apocalipse 17 é o décimo-sétimo capítulo do Livro do Apocalipse (também chamado de "Apocalipse de João") no Novo Testamento da Bíblia cristã.Halley, Henry H. Halley's Bible Handbook: an abbreviated Bible commentary. 23rd edition. Zondervan Publishing House. 1962.Holman Illustrated Bible Handbook. Holman Bible Publishers, Nashville, Tennessee. 2012. O livro todo é tradicionalmente atribuído a João de Patmos, uma figura geralmente identificada como sendo o apóstolo João. Neste capítulo aparece a Prostituta da Babilônia.

Texto O texto original está escrito em grego koiné e contém 18 versículos. Alguns dos mais antigos manuscritos contendo porções deste capítulo são: Papiro 47 (século III, versículos 1-2) Codex Sinaiticus (330-360, completo) Codex Alexandrinus (400-440, completo)

Estrutura Este capítulo pode ser dividido em duas seções distintas: "A Mulher Escarlate e a Besta Escarlate" (versículos 1-6) "O Significado da Mulher e da Besta" (versículos 7-18)

Prostituta da Babilônia thumb|upright=.75|direita|"Prostituta da Babilônia"Políptico do Apocalipse de Jacobello Alberegno (1360-90), na Accademia de Veneza.

Logo depois das sete pragas em Apocalipse 16, um dos sete anjos foi até João para apresentá-lo à "grande prostituta". Ele a descreve em detalhes e revela, ao final, ter ficado "espantado com grande admiração" com o que viu (maiúsculo no original):

O próprio anjo então explicou a visão para João de maneira bastante enigmática, identificando as sete cabeças como sendo montes e também reis, alguns passados, um presente e outro futuro. A própria besta era também um rei. Os dez chifres são reis sem reino, mas que receberão autoridade de reis, juntamente com a besta, por uma hora. "Todos eles entregaram seu poder e autoridade à besta", mas serão derrotados pelo Cordeiro e pelos seus eleitos. O anjo explica ainda que a água representa as nações e povos do mundo e que os dez chifres, assim como a besta, "odiarão a prostituta" e a destruirão no fogo por ordem de Deus (). E ele encerra declarando:

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