Aulo Cecina Peto (; m. ) foi um senador romano nomeado cônsul sufecto em 37 com Caio Canínio Rébilo.
Carreira Em 42, Peto participou da conspiração de Lúcio Arrúncio Camilo Escriboniano contra o imperador Cláudio e acabou sentenciado à mortePlínio, o Jovem, Epistolae 3, 16, 6.. Sem coragem para suicidar, Árria Maior, sua esposa, lhe arrancou das mãos a adaga, apunhalou-se e, em seguida, devolveu-a ao marido dizendo que não doeu ("Paete, Non dolet")Dião Cássio, História Romana LX, 16Tácito, Anais XVI, 34Marcial, Epigramas 1, 13.. Sua história foi registrada nas cartas de Plínio, o Jovem, que obteve sua informação da neta de Árria, Fânia. Família Peto se casou com Árria Maior e os dois tiveram um filho que morreu antes delePlínio, o Jovem, Epistolae 3, 16, 3., um outro, Caio Lecânio Basso Cecina Peto, foi adotado por Caio Lecânio Basso, cônsul em 64, e foi cônsul sufecto em 70, e uma filha, Árria Menor, que se casou com Públio Clódio Trásea Peto, cônsul sufecto em 56.
Ver também
Bibliografia
Categoria:Caecinae Categoria:Romanos antigos do século I Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Romanos antigos que cometeram suicídio